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sexta-feira, 31 de maio de 2019

HOJE NA HISTÓRIA


Em 1859, relógio Big Ben de Londres dá as suas primeiras badaladas

Um dos relógios mais famosos do mundo, o Big Ben, em Londres, tocou os seus sinos pela primeira vez no dia 31 de maio de 1859. Depois de um incêndio ter destruído boa parte do Palácio de Westminster - o quartel-general do Parlamento Britânico - em outubro de 1834, teve início um plano de reconstrução de um novo palácio com um grande relógio na torre. O astrónomo real, Sir George Airy, queria que o relógio possuísse uma precisão apurada na medição do tempo e que fosse acertado duas vezes ao dia pelo Observatório Real de Greenwich. Enquanto muitos recusaram o desafio, Edmund Beckett Denison, um especialista em relojoaria, aceitou o ousado convite. Para se ter ideia da grandiosidade do projeto, os sinos do relógio pesavam mais de 13 toneladas e tiveram que ser carregados pelas ruas de Londres por mais de 16 cavalos. Uma vez instalado, o Big Ben deu as suas primeiras badaladas em 31 de maio de 1859. Contudo, apenas dois meses depois, o pesado batedor do relógio partiu-se e foram necessários mais de três anos para que fosse reparado. O nome Big Ben, originalmente, apenas era usado para os sinos, mas depois passou a referir-se ao relógio inteiro. Uma das origens do nome seria a referência a Benjamin Hall, o comissário responsável pelos trabalhos na época que o relógio foi construído. Outros dizem que o nome é por causa do lutador peso pesado de boxe Benjamin Caunt, por causa do seu tamanho.
Fonte: Site History (adaptado)

quinta-feira, 30 de maio de 2019

HOJE NA HISTÓRIA




Começa a Dinastia de Bragança


A Dinastia de Bragança é uma das dinastias reinantes em Portugal. Foi fundada por D. João IV em 30 de maio de 1640, que reinou entre 1640 e 1656. Depois foi sucedido pelo seu filho D. AfonsoVI, que assumiu o trono de 1656 a 1683, e que por sua vez foi sucedido pelo seu irmão D. Pedro II, que reinou entre 1683 e 1706. Ao falecer D. Pedro II, assume o seu filho D. João V (desde 1706 até 1750). No ano de 1750 subiu ao trono D. José I (1750- 1777), cuja filha Maria de Bragança, herdeira do trono, casou com seu tio D. Pedro de Bragança (irmão de José I), e ambos reinaram conjuntamente como D. Maria I e D. Pedro III.

Em 1807, quando os exércitos do imperador francês Napoleão Bonaparte entraram na Espanha e ameaçaram Portugal, a família real fugiu para o Brasil e estabeleceu no Rio de Janeiro a sede do governo. Enquanto isso, o exército francês ocupava o reino português, mas foi derrotado em 1808 por tropas inglesas sob o comando do militar irlandês Arthur Wellesley, depois primeiro duque de Wellington (capital da Nova Zelândia). Pela Convenção de Cintra, de 30 de agosto de 1808, os franceses foram obrigados a abandonar o país, mas voltaram a invadi-lo um ano depois. Wellington interveio e travou o avanço francês e, em 1811, Portugal libertou-se definitivamente da influência invasora. A família real portuguesa decidiu de qualquer forma permanecer no Brasil, que em 1815 foi declarado como seu novo reino. Em 1816, D. João VI subiu aos dois tronos, governando Portugal através de um Conselho Regente.

Fonte: Site History  (adaptado)

quarta-feira, 29 de maio de 2019

HOJE NA HISTÓRIA


Em 1919, eclipse total do Sol comprova Teoria Geral da Relatividade de Einstein

O dia 29 de maio de 1919 foi de fundamental importância para que a Teoria Geral da Relatividade de Albert Einstein ganhasse credibilidade, e o cientista conquistasse uma fama mundial praticamente instantânea. A data marcou a ocorrência de um eclipse total do Sol, um dos mais longos do século XX: o seu momento máximo durou seis minutos e 51 segundos. O fenómeno foi visível na América do Sul e na África.
 
Contudo, este eclipse não entrou para a história por causa da sua duração. A sua importância deveu-se às observações científicas a partir dele e que puderam confirmar o que era previsto nos cálculos de Einstein, publicados na sua famosa teoria, em 1905.
 
Para isso, equipas de pesquisadores posicionaram-se de forma estratégica em dois locais que, de início, ofereceriam as melhores condições para a observação do eclipse. Um grupo ficou na Ilha do Príncipe, em São Tomé e Príncipe, e outros pesquisadores instalaram-se em Sobral, no Ceará.
 
A primeira equipq foi prejudicada pelo céu nublado, enquanto a segunda teve mais sorte. No Brasil, os cientistas contaram com uma boa condição para a observação do fenómeno e conseguiram imagens fundamentais e de grande valor científico. Foram fotografadas estrelas e os seus raios luminosos que atingiram a Terra e passaram bem próximos do Sol. Desta maneira, foi possível perceber que as estrelas não se encontravam na posição inicialmente esperada no firmamento, mas que estavam deslocadas em valores que eram compatíveis com os da teoria da relatividade de Einstein. Pelos raios luminosos emitidos pelas estrelas, os pesquisadores concluíram que, realmente, houve desvios pela presença de um campo gravitacional, no caso o do Sol.
 
Diante destas constatações, não houve dúvidas sobre a veracidade da Teoria Geral da Relatividade de Einstein, que ganhou notoriedade em todo o mundo. Em Sobral, foi erguido um monumento e, mais tarde, construído o Museu do Eclipse, onde estão alguns dos equipamentos usados para observar o histórico fenómeno de 1919.

Fonte: Site History (adaptado)

terça-feira, 28 de maio de 2019

HOJE NA HISTÓRIA


Em 1999, pintura "A Última Ceia" volta a ser exibida ao público após 21 anos

Após 21 anos de trabalhos de restauro, uma das pinturas mais famosas do mundo, "A Última Ceia", de Leonardo da Vinci, voltou a ser exibida ao público no dia 28 de maio de 1999, em Milão.

Já no final da década de 1970 a obra mostrava sinais de deterioração. Entre 1978 e 1999, Pinin Brambilla Barcilon guiou um grande projeto de restauro que se comprometeu a estabilizar a pintura e reverter os danos causados ​​pela sujidade e poluição. As tentativas de restauro dos séculos XVIII e XIX também foram revertidas.

Todo o trabalho foi realizado no local onde o fresco está exposto, na Igreja Santa Maria delle Grazie, já que seria impossível mover a obra de lugar sem a danificar. Em seguida, foi realizado um estudo detalhado para determinar a forma original da pintura. Algumas áreas foram pintadas novamente com aguarela em cores suaves, indicando que ali não era trabalho original, ao mesmo tempo sem destoar do conjunto da pintura.

Quando o trabalho de restauro terminou e o resultado foi exibido ao público, houve muita controvérsia por causa das mudanças nas cores, nos tons e mesmo em algumas formas faciais.

"A Última Ceia" é uma pintura mural do final do século XV. Estima-se que o trabalho de Leonardo da Vinci começou entre 1495-1496 e foi encomendado como parte de um plano de renovações para a igreja por Ludovico Sforza, duque de Milão. A pintura representa a cena da última Ceia de Jesus com os seus discípulos, de acordo com a passagem do Evangelho de João, 13:21.
Fonte: site History (adaptado)