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sexta-feira, 28 de setembro de 2018

PENSAMENTO DO DIA

"Trabalhar com nobreza, esperar com sinceridade, sentir as pessoas com ternura, esta é a verdadeira filosofia."

Fernando Pessoa

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HOJE NA HISTÓRIA

Em 2016, morre Shimon Peres, ex-Chefe de Estado de Israel e vencedor do Nobel da Paz

No dia 28 de setembro de 2016, morreu, em Jerusalém, Shimon Peres, ex-chefe de Estado e também vencedor do Prémio Nobel da Paz. É difícil não encontrar o rasto de Peres em praticamente todos os capítulos da história contemporânea de Israel, pátria que ele ajudou a fundar em 1948, depois de a ONU ter aprovado a partilha da Palestina sob administração britânica. Desta forma, aos 93 anos, morreu o último fundador do estado israelita. 
Nascido em 2 de agosto de 1923, em Wiszniew, então parte da Polónia (hoje pertencente à Bielorússia), Peres teve uma longa carreira política, com quase 48 anos seguidos de vida parlamentar - foram sete décadas percorrendo toda a escala de poder em Israel. Foi primeiro-ministro duas vezes (1984-86 e 1995-96) - recebeu o Nobel da Paz com Yitzhak Rabin e Yasser Arafat, em 1994. Ainda foi titular recorrente da chancelaria, ocupou vários ministérios, incluindo as pastas de Defesa e Finanças. Encerrou a sua carreira como chefe de Estado, entre 2007 e 2014. 

Após deixar a vida política, Peres esteve à frente do Centro pela Paz que tem o seu nome, com o objetivo de estreitar os laços entre israelitas e palestinos. Enfrentava problemas de saúde nos últimos tempos. Em janeiro de 2016, foi hospitalizado por causa de um ataque cardíaco. Uma semana antes da sua morte, sofreu um sério derrame cerebral, ao qual não resistiu.
Fonte: Site History (adaptado)
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quarta-feira, 26 de setembro de 2018

UM POEMA

Pelo Sonho é que Vamos

Pelo sonho é que vamos,
Comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não frutos,
Pelo Sonho é que vamos.
Basta a fé no que temos.
Basta a esperança naquilo
Que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
Com a mesma alegria,
Ao que desconhecemos
E ao que é do dia-a-dia.
Chegamos? Não chegamos?
-Partimos. Vamos. Somos.

Sebastião da Gama (1924-1952)

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HOJE NA HISTÓRIA

Em 1936, nasce o escritor Luis Fernando Verissimo

Um dos mais populares escritores da atualidade no Brasil, Luis Fernando Verissimo nascia em 26 de setembro de 1936, em Porto Alegre. Conhecido pelas suas crónicas e textos de humor,  com publicações em vários jornais e revistas do país, Verissimo é também tradutor, roteirista e músico - toca saxofone. Possui mais de 60 títulos publicados e é filho de outro escritor também muito popular, o saudoso Érico Verissimo.
A sua popularidade cresceu bastante a partir da década de 80, com o livro "O Analista de Bagé", um  fenómeno de vendas em todo o Brasil. Depois passou a publicar uma página semanal de humor na revista Veja. Em 1983, lançou uma nova personagem de muito sucesso, a Velhinha de Taubaté, definida como "a única pessoa que ainda acredita no governo". 
Os sucessos de vendas dos seus livros e textos acompanharam a sua carreira e, em 2006, quando completou 70 anos, alcançava a marca de mais de 5 milhões de exemplares vendidos. Sem dúvida, é um dos escritores brasileiros de maior consagração do país.
 Fonte: Site History (adaptado)
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PENSAMENTO DO DIA

"A propriedade da quantidade é poder-se sempre dividir e a propriedade do amor é querer-se sempre dar todo."

Pe. António Vieira
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terça-feira, 25 de setembro de 2018

HOJE NA HISTÓRIA





Em 1956, o primeiro cabo telefónico transatlântico submarino é inaugurado.

O primeiro sistema de cabo telefónico transatlântico submarino, o TAT-1 (Transatlantic No. 1), foi inaugurando numa cerimónia em Londres, no dia 25 de setembro, no ano de 1956. Foi construído entre Gallanach Bay, na Escócia, e Clarenville, Newfoundland, no Canadá, entre 1955 e 1956. Este cabo ficou em atividade até 1978.

Nas suas primeiras 24 horas de existência, foram realizadas 588 chamadas entre Londres e os EUA e outras 119 entre Londres e o Canadá. Inicialmente, a sua capacidade era de 36 canais, posteriormente ampliada para 48.

Desde então, muitos outros sistemas de comunicação foram instalados nos oceanos da Terra, formando uma vasta e gigantesca rede à volta do globo. Atualmente, a maior parte desses cabos é de fibra óptica (a partir de 1988), que recebem uma proteção bastante reforçada para trabalhar sob o mar. Para reduzir o risco de acidentes, os cabos são identificados em cartas náuticas e estão em áreas de proteção. Nessas regiões, atividades como a pesca são proibidas, pois isso pode danificar os cabos. Contudo, âncoras de navios e até mesmo tubarões representam ameaças para este sistema. Apesar do uso das comunicações por satélite, boa parte dos dados e de voz ainda são transmitidos por estes cabos. Um rompimento num cabo no Mediterrâneo, em 2008, por exemplo, deixou a Índia e alguns países do Oriente Médio com problemas de acesso à internet e ao telefone. 

Fonte: Site History (adaptado)

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segunda-feira, 24 de setembro de 2018

HOJE NA HISTÓRIA

Em 1834, morre D. Pedro I do Brasil, Pedro IV de Portugal, no palácio de Queluz, em Lisboa.
D. Pedro (Queluz12 de outubro de 1798 – Queluz, 24 de setembro de 1834), apelidado de "o Libertador" e "o Rei Soldado", foi o primeiro Imperador do Brasil como D. Pedro I, de 1822 até sua abdicação em 1831, e também Rei de Portugal e dos Algarves como D. Pedro IV, entre março e maio de 1826. Era o quarto filho do rei D. João VI de Portugal e da sua esposa, a rainha D. Carlota Joaquina da Espanha, sendo assim um membro da Casa de Bragança.
D. Pedro viveu os seus primeiros anos de vida em Portugal, até que as tropas francesas invadiram o país em 1807, forçando a transferência da família real para o Brasil.
A eclosão da Revolução Liberal do Porto, em 1820, forçou a volta de D João VI para Portugal em abril do ano seguinte, ficando D. Pedro no Brasil como seu regente. Aí, teve de lidar com ameaças de tropas portuguesas revolucionárias e insubordinadas, acabando por dominá-las. Desde a chegada da família real portuguesa em 1808, o Brasil tinha gozado de grande autonomia política. Porém, a ameaça do governo português de revogar essas liberdades criou grande descontentamento na colónia. D. Pedro ficou do lado dos brasileiros e declarou a Independência do Brasil em 7 de setembro de 1822. Foi aclamado como seu imperador no dia 12 de outubro e derrotou todas as forças fiéis a Portugal até março de 1824.
 Nesse meio tempo, também se tornou o monarca de Portugal após a morte de seu pai, rapidamente abdicando do trono em favor de sua filha mais velha, D. Maria II. A situação piorou em 1828, quando a guerra no sul fez o Brasil perder a Cisplatina, que se tornou o Uruguai. No mesmo ano o trono de D. Maria foi usurpado pelo infante D. Miguel, irmão mais novo de D. Pedro.
D. Pedro invadiu Portugal em julho de 1832, ao comando de um exército. Inicialmente, o seu envolvimento parecia ser numa guerra civil portuguesa, mas o conflito englobou toda a Península Ibérica, numa disputa entre defensores do liberalismo e aqueles que queriam o regresso do absolutismo. D. Pedro acabou por morrer de tuberculose em 24 de setembro de 1834, poucos meses depois de ele e os liberais terem saído vitoriosos. Foi considerado por contemporâneos e pela posteridade como uma figura importante, que auxiliou na propagação dos ideais liberais que haviam permitido que o Brasil e Portugal abandonassem os regimes absolutistas, passando para formas mais representativas de governo.
 
Fonte: Wikipédia (adaptado)

PENSAMENTO DO DIA

Pensar é o trabalho mais difícil que existe. Talvez por isso tão poucos se dediquem a ele.
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