Feliz Páscoa
DIVULGAÇÃO DAS ATIVIDADES DA BIBLIOTECA ESCOLAR DE CACIA
sexta-feira, 22 de março de 2013
quinta-feira, 14 de março de 2013
POEMA A CONCURSO "FAÇA LÁ UM POEMA..."
Se o amor fosse um puzzle
E eu a peça perdida
Gostaria de completá-lo.
Se o amor fosse a chuva caindo
Então, seria as lágrimas
De um amor profundo.
Se o amor fosse uma montanha
Gostaria de subir mais alto.
Se o amor fosse a luz do Sol
Eu queria
ser a Lua
Para que esta refletisse em mim.
Ou mesmo, se até fosse o mar…
Gostaria de
nele mergulhar.
Se o amor fosse uma porta
Gostaria de por ela entrar.
Se o amor fosse uma estrada
Gostaria de me perder nela.
Se o amor fosse uma cadeia
Queria lá me prender.
E se o amor fosse o fim?
Então eu termino, agora!
Martina Teixeira, nº 14, 5ºC
sexta-feira, 8 de março de 2013
Canadá pode perder 20% glaciares até 2100
http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=3096043&seccao=Biosfera
quinta-feira, 7 de março de 2013
Cientistas usam elétrodos no cérebro para tratar anorexia
http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1889115547212901817#editor/src=sidebar
quarta-feira, 6 de março de 2013
ELISABETI E O IRMÃO OBEDI
A filha de Elizabeti
Elizabeti tinha um irmão ainda bebé chamado Obedi. Via a mãe cuidar dele e, por isso, também queria ter um bebé para cuidar.
Mas não tinha nenhuma boneca. Assim sendo, saiu de casa e apanhou um pau. Pegou nele, tentou abraçá-lo, mas ele picava-a e, assim, ela deixava-o sempre cair ao chão. Depois, apanhou uma pedra. Tinha mesmo o tamanho ideal! Elizabeti podia segurá-la e não a magoava quando a abraçava. Por isso, beijou a pedra e deu-lhe um nome: Eva.
Quando o irmãozinho tomava banho, chapinhava e molhava a mãe. Mas quando Eva tomava banho, portava-se muito bem e só chapinhava um pouquinho.
A mãe dava de comer a Obedi e ele fazia “Brrrrp!” bem alto. Elizabeti dava de comer a Eva, mas ela era muito educada e nunca arrotava…
A mãe mudava os paninhos que embrulhavam o rabinho de Obedi e estavam todos sujos! Já Elizabeti ficou muito aliviada ao ver que o rabinho de Eva continuava limpo…
Quando a mãe fazia as tarefas domésticas, prendia Obedi às costas com um tecido brilhante, uma kanga. Quando Elizabeti fazia as tarefas domésticas, também prendia Eva às costas com uma kanga. A mãe tinha que dar uma ajudinha.
Elizabeti foi visitar a sua amiga Rahaili. Esta riu-se quando viu que Elizabeti tinha uma pedra a fazer de boneca. Mas como também não tinha bonecas, quando a amiga foi embora, Rahaili foi à procura de uma pedra para si e chamou-lhe Malucey.
Quando Elizabeti chegou a casa, eram horas de ir buscar água ao poço da aldeia. Tirou Eva da kanga e deitou-a no chão à beira de outras pedras, para que não se sentisse sozinha. Depois, embrulhou a kanga numa trouxinha, pô-la à cabeça, e colocou o jarro da água por cima dela. Era sempre assim que transportava a água e outras coisas pesadas.
Elizabeti regressou rapidamente com a água e levou-a à sua irmã Pendo que estava na cabana, no sítio onde as refeições eram feitas. E depois correu lá para fora para ir buscar Eva. Mas Eva tinha desaparecido! Olhou em volta, mas não a via em lado nenhum!
A mãe encontrou uma outra pedra e deu-a à filha. Mas a menina abanou a cabeça quando a viu. Aquela pedra era apenas uma pedra! Também Pendo trouxe uma pedra para a irmã. Mas também não era Eva… Elizabeti sentia-se muito triste e sentou-se muito quieta à espera de ajudar Pendo na cozinha.
Todas as noites ao jantar, a família comia arroz. E era a Elizabeti que competia pôr a panela do arroz no centro da fogueira, centro esse que era composto por três grandes pedras. Encheu tristemente a panela com água e colocou-a em cima das pedras, para ferver. Só que uma das pedras não era uma pedra. Era Eva!
Elizabeti chamou a mãe e, juntas, retiraram a panela com água e rebolaram Eva para longe do fogo. Embora estivesse um pouco suja, não se tinha magoado! Pendo correu logo lá para fora para arranjar uma nova pedra para a fogueira. Afinal, tinha sido assim que a pobre Eva tinha desaparecido…
Eva sentou-se muito sossegada enquanto Elizabeti a limpava e abraçava. À hora de deitar, a mãe cantou uma canção e embalou Obedi nos seus braços até ele adormecer. Elizabeti também cantou uma canção de embalar, mas adormeceu antes de Eva. A mãe cobriu ambas com um cobertor. Sorriu e pensou que, um dia, Elizabeti seria uma ótima mãe.
Eva pensou exatamente o mesmo.
Stephanie Stuve-Bodeen
Elizabeti’s doll
New York, Lee &Low Books, 1998
(Tradução e adaptação)
Sistema de leitura 3D permite folhear livros medievais
http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=3089889&seccao=Tecnologia
terça-feira, 5 de março de 2013
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