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quinta-feira, 14 de março de 2013

POEMA A CONCURSO "FAÇA LÁ UM POEMA..."


O AMOR
 Se o amor fosse um puzzle
 E eu a peça perdida
 Gostaria de completá-lo.
 Se o amor fosse a chuva caindo
 Então, seria as lágrimas
 De um amor profundo.
 Se o amor fosse uma montanha
 Gostaria de subir mais alto.
 Se o amor fosse a luz do Sol
 Eu queria ser a Lua
 Para que esta refletisse em mim.
 Ou mesmo, se até fosse o mar…
Gostaria de nele mergulhar.
 Se o amor fosse uma porta
 Gostaria de por ela entrar.
 Se o amor fosse uma estrada
 Gostaria de me perder nela.
 Se o amor fosse uma cadeia
 Queria lá me prender.
 E se o amor fosse o fim?
 Então eu termino, agora!

                                            Martina Teixeira, nº 14, 5ºC

SEMANA DA LEITURA

sexta-feira, 8 de março de 2013

“O leitor que mais admiro é aquele que não chegou até a presente linha. Neste momento já interrompeu a leitura e está continuando a viagem por conta própria.” 
[A Arte de Ler]
―Mario Quintana

Canadá pode perder 20% glaciares até 2100

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=3096043&seccao=Biosfera

quinta-feira, 7 de março de 2013

"A felicidade que inspiramos tem algo de encantador que, longe de enfraquecer, como todos os reflexos, volta para nós mais radiosa."
Victor Hugo

Cientistas usam elétrodos no cérebro para tratar anorexia

http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1889115547212901817#editor/src=sidebar

quarta-feira, 6 de março de 2013

ELISABETI E O IRMÃO OBEDI


A filha de Elizabeti
Elizabeti tinha um irmão ainda bebé chamado Obedi. Via a mãe cuidar dele e, por isso, também queria ter um bebé para cuidar.
Mas não tinha nenhuma boneca. Assim sendo, saiu de casa e apanhou um pau. Pegou nele, tentou abraçá-lo, mas ele picava-a e, assim, ela deixava-o sempre cair ao chão. Depois, apanhou uma pedra. Tinha mesmo o tamanho ideal! Elizabeti podia segurá-la e não a magoava quando a abraçava. Por isso, beijou a pedra e deu-lhe um nome: Eva.
Quando o irmãozinho tomava banho, chapinhava e molhava a mãe. Mas quando Eva tomava banho, portava-se muito bem e só chapinhava um pouquinho.
A mãe dava de comer a Obedi e ele fazia “Brrrrp!” bem alto. Elizabeti dava de comer a Eva, mas ela era muito educada e nunca arrotava…
A mãe mudava os paninhos que embrulhavam o rabinho de Obedi e estavam todos sujos! Já Elizabeti ficou muito aliviada ao ver que o rabinho de Eva continuava limpo…
Quando a mãe fazia as tarefas domésticas, prendia Obedi às costas com um tecido brilhante, uma kanga. Quando Elizabeti fazia as tarefas domésticas, também prendia Eva às costas com uma kanga. A mãe tinha que dar uma ajudinha.
Elizabeti foi visitar a sua amiga Rahaili. Esta riu-se quando viu que Elizabeti tinha uma pedra a fazer de boneca. Mas como também não tinha bonecas, quando a amiga foi embora, Rahaili foi à procura de uma pedra para si e chamou-lhe Malucey.
Quando Elizabeti chegou a casa, eram horas de ir buscar água ao poço da aldeia. Tirou Eva da kanga e deitou-a no chão à beira de outras pedras, para que não se sentisse sozinha. Depois, embrulhou a kanga numa trouxinha, pô-la à cabeça, e colocou o jarro da água por cima dela. Era sempre assim que transportava a água e outras coisas pesadas.
Elizabeti regressou rapidamente com a água e levou-a à sua irmã Pendo que estava na cabana, no sítio onde as refeições eram feitas. E depois correu lá para fora para ir buscar Eva. Mas Eva tinha desaparecido! Olhou em volta, mas não a via em lado nenhum!
A mãe encontrou uma outra pedra e deu-a à filha. Mas a menina abanou a cabeça quando a viu. Aquela pedra era apenas uma pedra! Também Pendo trouxe uma pedra para a irmã. Mas também não era Eva… Elizabeti sentia-se muito triste e sentou-se muito quieta à espera de ajudar Pendo na cozinha.
Todas as noites ao jantar, a família comia arroz. E era a Elizabeti que competia pôr a panela do arroz no centro da fogueira, centro esse que era composto por três grandes pedras. Encheu tristemente a panela com água e colocou-a em cima das pedras, para ferver. Só que uma das pedras não era uma pedra. Era Eva!
Elizabeti chamou a mãe e, juntas, retiraram a panela com água e rebolaram Eva para longe do fogo. Embora estivesse um pouco suja, não se tinha magoado! Pendo correu logo lá para fora para arranjar uma nova pedra para a fogueira. Afinal, tinha sido assim que a pobre Eva tinha desaparecido…
Eva sentou-se muito sossegada enquanto Elizabeti a limpava e abraçava. À hora de deitar, a mãe cantou uma canção e embalou Obedi nos seus braços até ele adormecer. Elizabeti também cantou uma canção de embalar, mas adormeceu antes de Eva. A mãe cobriu ambas com um cobertor. Sorriu e pensou que, um dia, Elizabeti seria uma ótima mãe.
Eva pensou exatamente o mesmo.

Stephanie Stuve-Bodeen
Elizabeti’s doll
New York, Lee &Low Books, 1998
(Tradução e adaptação)
Mel Odem Great Artist Zoheb painting international artist famous artist«Tremo só de pensar em passar a eternidade sem livros. Tenho esperança que cada livro que não li, esteja em algum lugar, esperando por mim, quando a minha vida, finalmente, terminar.»

Mel Odom

Sistema de leitura 3D permite folhear livros medievais

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=3089889&seccao=Tecnologia