DIVULGAÇÃO DAS ATIVIDADES DA BIBLIOTECA ESCOLAR DE CACIA
sábado, 22 de dezembro de 2012
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
NATAL É TODOS OS DIAS...
Um segredo para a minha Mãe
Enquanto espero pelas festas, penso em
todos os Natais calorosos e maravilhosos quando era criança, e dou-me conta de
que um sorriso me ilumina a face. Na verdade, são tempos que vale a pena
recordar! Contudo, reparo que, à medida que fui ficando mais velha, as memórias
do Natal tornaram-se menos vívidas e foram-se transformando numa época triste e
deprimente… até ao ano passado. Foi nessa data que creio ter recuperado a
alegria própria da infância. A alegria que eu sentia quando era criança…
Todos os anos me canso à procura de algo
para oferecer à minha mãe no Natal. Mais um roupão e uns chinelos, um perfume,
umas camisolas? Tudo prendas interessantes, mas que não dizem Amo-te da
maneira que deviam dizer. Desta vez, queria algo de diferente, algo que ela
recordasse para o resto da vida… Algo que lhe devolvesse o sorriso na cara e a
ligeireza no andar. A minha mãe vive sozinha e, por muito que eu queira passar
algum tempo com ela, só consigo, com o meu horário, fazer-lhe visitas
esporádicas. Portanto, tomei a decisão de ser o seu Pai Natal secreto. Mal
sabia eu como acertara!
Saí e comprei todo o tipo de pequenas
prendinhas e, depois, passeei-me pelas zonas mais caras do centro comercial.
Arranjei pequenas ninharias, coisas que eu sabia que apenas a minha mãe iria
apreciar. Levei-as para casa e embrulhei-as, cada uma de maneira diferente.
Depois, fiz um cartão para cada uma delas. Tudo de acordo com a canção “The
twelve days of Christmas.” [“Os doze dias de Natal”].
Edei início à minha aventura.O primeiro
dia foi tão emocionante! Deixei a prenda junto à porta do apartamento dela.
Depois, apressei-me a telefonar-lhe, fingindo que era só para saber como estava
de saúde. A minha mãe estava radiante! Alguém lhe tinha deixado ficar uma
prenda e assinado “Pai Natal secreto.”
No dia seguinte, a cena repetiu-se.
Quatro ou cinco dias depois, fui a casa dela, e o meu coração quase rebentou de
alegria. Tinha disposto todas as prendas em cima da mesa da cozinha e andava a
mostrá-las aos vizinhos. Durante todo o tempo da minha visita, a minha mãe não
parou de falar no admirador secreto… Estava no sétimo céu!
Telefonava-me todos os dias com notícias
da nova prenda que tinha encontrado ao acordar! Tinha decidido “apanhar” a
pessoa responsável por tudo aquilo e ia dormir no sofá, com a porta
completamente aberta. Por isso, nesse dia, tive de deixar a prenda mais tarde,
o que a fez ficar aflita: será que as prendas tinham acabado?
O último dia era um sábado e o cartão
dizia-lhe para se vestir e que devia ir até ao Applebee’s para jantar.
Era sinal de que iria, finalmente, conhecer o seu Pai Natal secreto. O cartão
dizia, também, que pedisse à sua filha Susan para a levar lá (esta sou eu).
Acrescentava, ainda, que iria reconhecer o Pai Natal secreto pelo laço vermelho
que ele usaria.
Fui buscá-la e lá fomos nós. De pois de
chegarmos e de nos instalarmos, a minha mãe olhou em volta. Perguntava-se, sem
dúvida, quando iria conhecer o seu Pai Natal secreto… Devagar, tirei o casaco e
exibi o laço vermelho. A minha mãe começou a chorar. Estava mais feliz do que
nunca!
Senti-me tão contente quando tudo acabou!
E lembrei-me de uma coisa muito
importante: a minha mãe ensinara-me, em criança, que era melhor dar do que
receber. Por isso, todos os anos em que estive triste durante as festas, foi
porque procurei mais receber do que dar.
Agora, podia, finalmente, sentir-me
feliz.
Susan Spence,2008 (Tradução e adaptação)
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
terça-feira, 27 de novembro de 2012
HISTÓRIA VERÍDICA CHINESA
O desejo de Ruby
Se caminhar por uma certa rua de uma certa cidade
na China, e passar pelo mercado de animais de estimação, com os papa-arroz
amarelos e verdes a saltar nas gaiolas de bambu, os peixinhos dourados e as
tartarugas de água doce nas taças de porcelana, há de chegar a um quarteirão de
casas. Nesses edifícios, agora castanhos devido à idade e à sujidade, moram
muitas famílias. Porém, se olhar com atenção, verá que outrora essas casas eram
uma só, uma magnífica casa que pertencia a uma única família.
A casa foi construída por um velho que tinha estado
na Montanha de Ouro. Era este o nome que os Chineses davam à Califórnia, quando
muitos deles participaram na Corrida ao Ouro, mas poucos regressaram. Este
homem regressou, e regressou muito rico. Fez, em seguida, o que todos os homens
ricos faziam na Antiga China: casou com muitas mulheres. As mulheres tiveram
muitos filhos e os filhos também tiveram muitas mulheres. A dada altura, a casa
transbordava de gritos e risos de mais de uma centena de crianças.
Entre estas crianças, havia uma menina a que todos
chamavam Ruby, porque adorava a cor vermelha. Na China, o vermelho é a cor das
celebrações. No Dia de Ano Novo, as crianças recebem envelopes vermelhos cheios
de “dinheiro da sorte” e as noivas vestem-se de vermelho no dia do casamento.
Contudo, Ruby insistia em vestir-se de vermelho todos os dias. Mesmo quando a mãe a obrigava a usar cores mais
sóbrias, como as primas faziam, Ruby atava o seu cabelo negro com fitas
vermelhas.
Uma vez que tinha muitos netos, o avô de Ruby
contratou um professor para vir a casa ministrar as lições. Todos os netos que
quisessem aprender tinham aulas com este tutor. Esta não era uma situação comum
na China de então, dado que a maioria das raparigas nunca aprendia a ler ou escrever.
Sempre que o tempo estava bom, as aulas tinham
lugar no jardim. As janelas do escritório do avô davam para o jardim e, com
frequência, o velho levantava-se para observar os netos.
Um dia, o avô viu a parede alta e branca do jardim
coberta de caligrafias. Os netos tinham estado a praticar a escrita. O avô
riu-se ao ver que muitos tinham a cara e as mãos cheias de tinta! Foi então que
reparou que uma das folhas era mais bela do que as restantes. Qual dos seus
netos produzira tão bela caligrafia? Entretanto, no jardim, o tutor elogiava
Ruby, que tinha as orelhas tão vermelhas como o casaco que vestia.
Para acompanhar os primos nos estudos, a verdade é
que Ruby tinha de se esforçar o dobro. Com efeito, quando terminavam os
estudos, os rapazes iam brincar; as raparigas, porém, tinham ainda de aprender
a cozinhar e a governar a casa. Eram estas as únicas tarefas que as mães achavam dignas de aprendizagem. Uma
a uma, todas as netas abandonavam as aulas. Todas exceto Ruby, que escolhia a
noite para compensar os bordados que não fizera de dia. E, durante muitas
noites, a sua vela era a única acesa em toda a casa, depois de todos se terem
ido deitar.
Um dia, o tutor pediu às crianças que escrevessem
um poema. Ruby escreveu:
Má sorte ter nascido rapariga; pior sorte
ter nascido nesta casa onde apenas os rapazes recebem atenção.
O professor ficou impressionado com o poema da
menina e mostrou-o ao avô. Este também ficou impressionado, além de preocupado.
Chamou, então, a neta ao escritório. Ruby viu o avô sentado na cadeira, com o
poema pousado na secretária diante dele.
— Foste tu que escreveste este poema? — perguntou.
— Sim, avô, escrevi — respondeu a neta.
— Achas que nesta casa só nos preocupamos com os
rapazes?
— Não, avô — respondeu Ruby, arrependida por ter perturbado
o avô.
— Ruby — disse o avô, gentil — gostaria de saber
porque escreveste este poema. De que forma cuidamos melhor dos rapazes?
A neta tentou escolher um exemplo insignificante.
— Bem, quando se realiza o Festival da Lua, e nos
dão um bolinho a cada um, os rapazes ficam sempre com a parte da gema.
— Ai sim? — disse o avô, como que à espera de mais
revelações.
— E quando fazemos o Festival da Lanterna, as
raparigas só recebem simples lanternas de papel, enquanto os rapazes recebem
lanternas vermelhas com a forma de peixinhos dourados, galos e dragões.
O avô riu baixinho. Nunca havia pensado naquilo.
Mas imaginava, facilmente, o quanto a neta gostaria de ter uma lanterna
vermelha.
— Mas o mais importante — concluiu Ruby, fitando as
biqueiras dos seus sapatos vermelhos — é que os rapazes vão para a
universidade, enquanto as raparigas se casam.
— Não queres casar-te? — perguntou o avô. — Tens
muita sorte, porque uma rapariga desta família pode casar com quem quiser.
— Eu sei, mas preferia ir para a universidade.
O avô afagou-lhe o cabelo.
— Obrigado por teres desabafado comigo, Ruby.
Continua a estudar. Aproveita o mais que puderes.
E Ruby continuou a estudar. Alguns dos rapazes
cresceram e foram para a universidade. Outros ficaram em casa e constituíram
família. Mas todas as raparigas casaram e foram viver com as famílias dos
maridos. Ruby sabia que, em breve, chegaria a sua vez. Nos lagos, observava as
carpas cor de laranja e brancas, que procuravam pão sob uma fina camada de
gelo. O Ano Novo chinês aproximava-se e a menina sabia que seria o último que
passaria naquela casa.
No Dia de Ano Novo, calçou os sapatos de veludo
vermelho e prendeu o cabelo com fitas vermelhas. Depois foi desejar a todos um
feliz ano. Começou pelas primas casadas, e em seguida felicitou os pais, os
tios e as tias. Cada um lhe deu um envelope vermelho cheio de dinheiro da
sorte. Por fim, fez uma vénia ao avô:
— Desejo-te boa sorte e prosperidade, avô.
— Boa sorte, Ruby — respondeu ele, entregando-lhe
um envelope vermelho muito grosso.
Todos os olhares da família se cravaram nela
enquanto abria o presente. O presente não era dinheiro; era algo muito melhor:
era a carta de uma universidade que se dizia orgulhosa por aceitar Ruby como
uma das suas primeiras alunas!
E foi assim que Ruby realizou o seu desejo.
Esta história é verdadeira.
Sei-o, porque Ruby é minha avó. E todos os dias
veste algo vermelho.
Shirin Yim Bridges
Ruby’s Wish
San Francisco, Chronicle Books, 2002
(Tradução e
adaptação)
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido e não na vitoria propriamente dita.
Mahatma Gandhi
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
terça-feira, 13 de novembro de 2012
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
A amizade desenvolve a felicidade e reduz o sofrimento, duplicando a nossa alegria e dividindo a nossa dor.
Joseph Addison
terça-feira, 6 de novembro de 2012
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
HUMM QUE DELÍCIA!
O saco das guloseimas estava pronto e sentia-me ansiosa por ver chegar as crianças marotas. Mas, na manhã da Noite das Bruxas tive um ataque de artrite muito forte e, à tardinha, mal me conseguia mexer. Como sabia que ia ser difícil atender todas as vezes que batessem à porta, decidi deixar o saco pendurado da parte de fora da porta e ver, na sala às escuras, o desfile das crianças mascaradas.
A primeira a chegar foi uma bailarina com três fantasminhas. Cada um pegou numa guloseima, excepto o último, que tirou do saco uma mão cheia. Foi então que ouvi a bailarina ralhar: “Não podes tirar mais do que uma!” Fiquei contente por a criança mais velha agir como se fosse a consciência do pequeno.
Seguiram-se princesas, astronautas, esqueletos e extraterrestres. Apareceram mais crianças do que as de que eu estava à espera. Como as guloseimas estavam a acabar, preparei-me para desligar a luz da entrada. Detive-me ao reparar que tinha mais quatro visitas. Os três mais velhos meteram a mão no saco e retiraram um chocolate cada. Sustive a respiração, esperançada de que ainda restasse um para uma bruxinha. Mas, quando ela retirou a mão, tudo o que segurava era apenas uma simples goma de laranja.
Os outros chamaram:
— Emily, despacha-te! Não há ninguém em casa para te dar mais guloseimas.
Mas Emily deixou-se ficar mais um pouco. Meteu a goma no saco e, imóvel, ficou a olhar para a porta. Depois, disse:
— Obrigada, casa. Gosto muito da goma de laranja.E correu a juntar-se aos companheiros.
Uma bruxinha querida tinha-me lançado um feitiço.
Evelyn M. Gibb
J. Canfield; M. V. Hansen; J. Read Hawthorne; M. Shimoff
Second Chicken Soup for the Woman’s Soul
Florida, HCI, 1998
(Tradução e adaptação)
terça-feira, 30 de outubro de 2012
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
A HISTÓRIA DE RUBY BRIDGES
A História de Ruby Bridges
Ruby Bridges nasceu numa pequena cabana perto de Tylertown, no Mississipi.
― Éramos pobres, muito pobres ― recorda ela. ― O meu pai trabalhava nas colheitas. Havia alturas em que tínhamos muito pouco para comer. Quando os donos das terras começaram a usar máquinas para facilitar as colheitas, o meu pai ficou sem emprego e tivemos de mudar de terra. Penso que tinha quatro anos quando partimos.
Em 1957, a família mudou-se para Nova Orleães. O pai arranjou emprego como porteiro e a mãe cuidava das crianças durante o dia. Depois de os aconchegar na cama à noite, ia esfregar o soalho de um banco. Iam à igreja todos os domingos.
Naquele tempo, as crianças brancas e as negras frequentavam escolas separadas em Nova Orleães. As crianças negras não tinham direito ao mesmo tipo de educação das brancas. O que era injusto e ia contra a Constituição. Em 1960, um juiz decidiu que quatro meninas negras frequentariam duas escolas primárias para brancos. Três das meninas foram para a Escola McDonogh 19. Ruby Bridges, então com seis anos, foi para a Escola William Frantz.
Os pais de Ruby estavam felizes por a filha poder participar num evento tão importante da história americana. No primeiro dia de escola de Ruby, uma multidão de brancos enfurecidos juntou-se à porta do edifício. Alguns traziam tabuletas nas quais diziam que não queriam crianças negras numa escola branca. Insultaram a menina e quiseram mesmo bater-‑lhe. Nem a cidade nem a polícia estatal ajudaram Ruby. Foi então que o Presidente dos Estados Unidos ordenou que guardas federais armados acompanhassem Ruby até à escola.
E assim, todos os dias, durante meses, Ruby teve aulas neste ambiente. Ia sempre para a escola escoltada por guardas federais, munida de uma lancheira e caminhando devagar. Quando se aproximava da escola, via logo a multidão que fazia piquete à porta do edifício. Homens, mulheres e crianças gritavam contra ela e queriam empurrá-la. Apenas a presença dos guardas e a ameaça da prisão os impedia de lhe fazerem mal.
Ruby apressava-se a entrar na escola, sem dizer palavra.
Os brancos da vizinhança recusaram-se a enviar os filhos para a escola. Quando Ruby entrava no edifício, só lá estavam ela e a professora, Mrs. Henry. Não havia crianças com quem aprender, brincar ou almoçar. Mas todos os dias Ruby entrava na sala com um grande sorriso, e preparava-se para aprender.
― Era muito bem-educada e trabalhadora ― lembra a professora. ― Gostava de estar na escola. Não parecia nervosa, irritadiça ou assustada. Parecia-se com qualquer criança normal e relaxada que eu ensinara.
Ruby começou assim a aprender a ler e a escrever numa sala da aula vazia e numa escola vazia.
― Às vezes perguntava-me como ela conseguia ― continua Mrs. Henry. ― Como passava por aquela multidão todos os dias e conseguia entrar na escola de uma forma tão descontraída.
A professora fazia-lhe perguntas para averiguar o verdadeiro estado de espírito da criança e Ruby sempre lhe assegurava que se sentia bem. Mrs. Henry decidiu esperar para ver se haveria alguma alteração no comportamento da sua aluna. Se esta, eventualmente, revelava desgaste ou queria desistir da escola.
Certa manhã, algo de diferente se passou. A professora estava à janela a ver Ruby dirigir-se à escola, quando, de repente, a menina estacou e se dirigiu à multidão vociferante. Mrs. Henry perguntou-se o que estaria a sua aluna a dizer. A multidão parecia querer matá-la. Os guardas estavam assustados e queriam que Ruby entrasse na escola o mais depressa possível. Mas esta só o fez depois de dizer tudo o que tinha a dizer.
Quando entrou na sala de aula, a professora contou-lhe que a observara da janela e perguntou-lhe o que dissera àquelas pessoas. Ruby ficou agastada.
― Eu não falei com elas.― Mas, Ruby, eu vi os teus lábios a mexer.
― Eu não estava a falar com elas, estava a pedir por elas.
Quando as aulas terminaram naquele dia, Ruby saiu por entre a multidão, como de costume.
Depois de ter andado alguns quarteirões e de se ter distanciado da turba, a menina parou para repetir o pedido que fazia todos os dias...
Nesse mesmo ano, dois rapazes brancos começaram a frequentar a escola de Ruby. Os pais estavam cansados de os ver metidos em sarilhos, em vez de estarem na escola a aprender. A multidão enfureceu-se com a presença deles mas, em breve, outros se lhes juntaram.
Um dos pais disse:
― Temos estado a deixar que algumas pessoas roubem o direito dos nossos filhos à educação, ao quererem fazer justiça pelas suas próprias mãos. Temos de lutar ao lado da lei e defender o direito dos nossos filhos à educação.
E muitas crianças começaram a frequentar a escola.
Quando Ruby estava no segundo ano, a multidão desistiu de se manifestar e de desafiar a ordem do juiz para acabar com a segregação racial nas escolas. Depois de frequentar a escola primária, Ruby frequentou também a secundária.
Hoje é casada com um empreiteiro e tem quatro rapazes. Empresária de sucesso, criou a Ruby Bridges Educational Foundation, para fomentar o envolvimento dos pais na educação dos filhos.
Robert Coles; George Ford
The Story of Ruby Bridges
New York, Scholastic, Inc., 2004
(Tradução e adaptação)
terça-feira, 16 de outubro de 2012
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
O CAVALEIRO DE WESTEROS E OUTRAS HISTÓRIAS
Sinopse
Cerca de um século
antes dos eventos narrados em A
Guerra dos Tronos, um jovem escudeiro parte em busca de fama e glória
num dos mais famosos torneios de Westeros. Mas o destino prega-lhe uma partida
e coloca-o no caminho de um rapaz misterioso que irá mudar a sua vida para
sempre. A não perder para os fãs da melhor série de fantasia da atualidade.
O Cavaleiro de Westeros abre esta coletânea com os melhores contos de George
R. R. Martin. Nela encontrarão também uma cidade dominada por uma elite de
lobisomens, onde ocorrem horrendos acontecimentos; um magnata excêntrico com
gosto por espécies exóticas que vai ser confrontado com o que não esperava; um
padre em crise de fé num mundo distante; uma mulher que vasculha universos em
busca do amor perdido; ou um homem que se vê confrontado com a derradeira
escolha, num mundo em que o fim da vida não equivale necessariamente à morte.
Dez histórias nascidas da imaginação do criador de As Crónicas de Gelo e Fogo.
Cacia, outubro
de 2012
O Professor
Bibliotecário
Jorge
Monteiro
terça-feira, 25 de setembro de 2012
LIVRO DO MÊS DE SETEMBRO - AS RAPARIGAS QUE SONHAVAM URSOS
Sinopse
Cacia, setembro de 2012
O Professor Bibliotecário
Jorge Monteiro
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
PASSATEMPO - O LIVRO TRANSFORMA-SE NO QUE QUISERMOS
REGULAMENTO “O livro transforma-se no que quisermos!”
1. O passatempo “O livro transforma-se no que quisermos!”
destina-se a todas as escolas e agrupamentos de escolas do ensino básico, do
1.º ao 9.º ano de escolaridade, de Portugal continental e ilhas.
2. A participação é feita através do e-mail
mkt@civilizacaoeditora.pt.
3. Para participarem, os alunos deverão escrever uma redação
sobre o título da campanha. A história deverá ter o número máximo de 1800
palavras.
4. Juntamente com a redação deve ser enviada a morada e NIF
da escola e o professor responsável pelo processo.
5. Cada agrupamento de escolas ou escola poderá participar
apenas com um trabalho por ano de escolaridade.
6. As redações deverão ser enviadas para a Civilização
Editora entre o dia 17 de setembro de 2012 e o dia 28 de fevereiro de 2013.
7. Todas as participações receberão três livros Civilização
que fazem parte da listagem do Plano Nacional de Leitura: “Eram 12 Moças
Donzelas… E Outra História”, “O Burro Buridan” e “Um Menino Chamado Armando”.
8. A Civilização Editora deliberará sobre o resultado do
passatempo até ao dia 15 de março de 2013.
9. O resultado será divulgado na página do Facebook da
Civilização Editora, a partir do dia 16 de março de 2013.
11. Não haverá lugar a recurso do resultado apresentado.
12. O prémio será enviado nos 6 meses decorrentes da data de
divulgação do resultado, via CTT, não se responsabilizando a Civilização pela
devolução dos prémios.
PASSATEMPO
PNL ESCOLAS 2012
"O
LIVRO TRANSFORMA-SE NO QUE QUISERMOS!"
A Civilização Editora convida todas as escolas do 1.º ao 9.º ano de escolaridade a participarem no passatempo
"O livro transforma-se no que quisermos!".
Para participarem, os alunos deverão escrever uma redação
sobre o título da campanha.
Todas as escolas participantes receberão 3
livros da Civilização Editora:
- Eram 12 Moças Donzelas...e Outra História - de António Torrado;
- O Burro de Buridan - de Luísa Ducla Soares;
- Um Menino Chamado Armando - de Luísa Ducla Soares.
Participações
até ao dia 28 de fevereiro de 2013!
Cacia, setembro de 2012
O Professor Bibliotecário
Jorge Monteiro
A OVELHA GENEROSA
A ovelha generosa
Era uma ovelha muito generosa.
Sabem o que é ser generoso? É gostar de dar, dar por prazer. Pois esta ovelha
era mesmo muito generosa. Dava lã. Dava lã, quando lhe pediam. Vinha uma
velhinha e pedia-lhe um xailinho de lã para o Inverno. A ovelha dava. Vinha uma
menina e pedia-lhe um carapuço de lã para ir para à escola. A ovelha dava.
Vinha um rapaz e pedia-lhe um cachecol de lã para ir à bola. A ovelha dava.
Vinha uma senhora e pedia-lhe umas meias de lã para trazer por casa. A ovelha
dava.
- Ó ovelha, não achas de mais? Xailes,
carapuços, cachecóis, meias... É só dar, dar...
- Não se ralem - respondia a
ovelha. - Vocês não aprenderam na escola que a vaca dá leite e a ovelha dá lã?
É o que eu estou a fazer.
Apareceu a Dona Carlota, muito
afadigada:
- Eu só queria um novelozinho para fazer um
saco para a botija. Ainda chega? Pois claro que chegava. A ovelha a dar nunca
se cansava.
Veio a Dona Firmina, muito
preocupada:
- Eu só queria um novelozinho para uma pega
para a cozinha. Ainda chega? Pois claro que chegava. A ovelha a dar nunca se
cansava.
Veio a Dona Alda, muito
atarantada:
- Eu só queria um novelozinho para acabar uma
manta. Ainda chega? Pois claro que chegava. A ovelha a dar nunca se cansava.
E eram coletes, camisolas, golas,
golinhas, luvas... que a gente até estranhava que a lã se lhe não acabasse. A
ovelha sorria e tranquilizava: - Não acaba. Nunca acaba. Conhecem aquele
ditado: "Quem dá por bem, muito lhe cresce também"? Pois é o que eu
faço.
E a ovelha generosa lá foi
atender uma avó, que precisava de um novelo para um casaquinho de bebé, o seu
primeiro neto que estava para nascer...
António Torrado
http://www.historiadodia.pt/pt/index.aspx
Subscrever:
Mensagens (Atom)


































