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terça-feira, 31 de maio de 2011

Dia da Biodiversidade assinalado em todo o país

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1858558&seccao=Biosfera

Lua esconde tanta água como a Terra

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1864232

Lobo ibérico é uma espécie "bastante ameaçada"

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1865105&seccao=Biosfera

Veículo faz 2.568 quilómetros com um litro de gasolina

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1864463

17 novas pirâmides do Egipto

http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1861429&seccao=%C1frica

CLOVIS LEVI NA ESCOLA DE CACIA

http://email.tripwow.com/wf/click?c=UJjzIXJNvPp/SIzB/ydsuw3CkzuokuPPc3pFcw%2Bi7F1N9irIdb7MK1PIWjPhtieAPpju%2Bdlw%2BqKykhI/8LKgu6PogNgkk4xKsRm4SvxD1DA%3D&rp=MGCcJ8OLAlzLi1gHWRrY3I/oVb6TCzpQo5QW49gQh2sWk360JtKCFH/BHkMb8uYD&up=1gRlayTCLZPvE0xJvluccL5jKEOjuSIO6cmqd1voksM%3D&u=00R9GWkuQBuNkk8rMv9RBQ/h0

Pior nível de emissões de gases perigosos de sempre

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1865747

FRASE DO DIA

sexta-feira, 27 de maio de 2011

FRASE DO DIA

"Quem dorme sozinho tem o coração vazio."

FRASE DO DIA

Quem dorme sozinho tem o coração vazio."

quarta-feira, 25 de maio de 2011

FRASE DO DIA

"A única coisa que devemos temer é o próprio medo."

segunda-feira, 16 de maio de 2011

FRASE DO DIA

A dúvida é uma homenagem prestada à esperança."

terça-feira, 10 de maio de 2011

FRASE DO DIA

O mundo nunca foi redimido pelo ódio
Broch, Hermann

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Blogues e Sites de Escritores

http://alicevieira.net/bibliografia/bibliografia.htm
http://www.uma-aventura.pt/
http://www.gailivro.pt/amota/
http://queridasbibliotecas.blogspot.com/
http://andancasdopoeta.blogspot.com/search?updated-min=2010-01-01T00%3A00%3A00Z&updated-max=2011-01-01T00%3A00%3A00Z&max-results=13
http://www.teodora-luisafortescunha.blogspot.com/
http://seromenho.blogspot.com/
http://www.zimler.com/conteudo.php
http://www.sofiaester.pt/

Ano Europeu do Voluntariado - 2011

http://www.voluntariado.pt/

ANO INTERNACIONAL DAS FLORESTAS - 2011

http://www.un.org/en/events/iyof2011/index.shtml

CONVERSOR ORTOGRÁFICO

http://www.portoeditora.pt/acordo-ortografico/conversor-texto/
O Barco do Avô- Conto Popular

Marisa vivia com a mãe e o avô numa casita com vista para o mar.
O avô era pescador e navegava no seu barquito, que tinha uma vela castanha, pelas águas do porto.
Umas vezes, o avô pescava perto da costa e Marisa gostava de ver o barquito serpentear por entre as rochas e as enseadas da baía. Noutras, partia ao cair da noite e então Marisa ficava a ver o barco embrenhar-se no vermelho dourado do crepúsculo. A seguir ia para a cama, satisfeita por saber que, quando o Sol despertasse por detrás dos montes, veria a vela castanha regressar à luz ténue da aurora.
Quando isso acontecia, Marisa e a mãe desciam até à ponta do molhe para se despedirem dele com grandes acenos, e o barco, levado pelo movimento da maré, mergulhava na neblina do horizonte, parecendo afundar-se naquela imensidão de onde apenas emergia a ponta do seu mastro.
Depois, quando o próprio mastro desaparecia, Maria e a mãe ficavam completamente sós.
— Ele vai voltar — prometia-lhe sempre a mãe. Por vezes, Marisa até sabia em que maré ele iria regressar, e nessas alturas corria para o cimo do monte que ficava por detrás da casa e não tirava os olhos do mar até a ponta do mastro surgir no horizonte.
— Vem aí o avô, vem aí o avô! — gritava entusiasmada.
Então, ela e a mãe corriam para a ponta do molhe para acenarem para o barco cuja vela castanha se agitava cada vez mais perto até que, por fim, tornavam a ver a cara sorridente do avô.
Também havia alturas em que os dias passavam sem ele voltar, o que deixava a mãe de Marisa muito preocupada:
— Estamos na época das tempestades — explicava então Marisa — e o avô pode ainda demorar sabe-se lá quanto tempo.
No entanto, continuava à espera de o ver regressar.
— Se a viagem foi perigosa, o avô ainda estará mais ansioso por nos ver — dizia.
Marisa aprendeu a reconhecer quando a maré estava alta, pois era a altura mais propícia para o barco entrar no porto. Era então que ia à procura dele.
Chegava a passar uma semana à espera ou mesmo duas... mas acontecia sempre o mastro aparecer e o avô voltar.
— Às vezes desejo que o avô não saia para o mar para não nos deixar sozinhas — disse-lhe Marisa após uma viagem que tinha durado vários dias.
— Vou fazer-te a vontade — suspirou o velho. — Já não sou tão forte como era dantes e por isso não me atrevo a ir para tão longe como costumava. A partir de agora não me afastarei muito... ando de cá para lá e de lá para cá durante o dia, enquanto a maré me ajudar.
De início, Marisa ficou satisfeita porque assim tinha mais tempo para estar com o avô. Porém, começou a reparar que, de dia para dia, ele estava cada vez mais frágil e debilitado, e quase já não saía de casa.
— O avô já não vai para o mar? — perguntou Marisa ansiosamente.
— O único barco em que eu agora irei navegar é o que me levará para o outro mundo — respondeu o avô a sorrir.
Marisa suplicou-lhe:
— Não vá! Nunca vá para lá! — disse-lhe a chorar.
— Essa é a viagem para que eu sempre vivi — retorquiu-lhe serenamente o avô. — Explorei tudo o que me apeteceu neste mundo e agora anseio por descobrir o outro.
Pouco tempo depois o avô de Marisa morreu. O sino da igreja da vila repicou solenemente quando o enterraram no cemitério que dava para o mar.
— Adeus, avô — sussurrou Marisa à terra escura.
A seguir correu sozinha para a ponta do molhe.
— Adeus, avô — gritou à maré que baixava rapidamente. — Adeus, adeus.
As águas foram-se afastando da costa e ela permaneceu à espera, tanto tempo quanto o barco do avô costumava levar até desaparecer no horizonte longínquo. Entretanto, chegou a mãe que se sentou a seu lado.
— Já não o podemos ver — disse tristemente a mãe. — Mas creio que numa costa distante, numa outra terra, haverá alguém que o estará a ver chegar.

Lois Rock (org.)
Contos e Lendas da tradição cristã
Lisboa, Editorial Verbo, 2006

FRASE DO DIA

O tempo que passa não passa depressa. O que passa depressa é o tempo que passou
Ferreira, Vergílio

terça-feira, 3 de maio de 2011

ESTA É A CIDADE

Esta é a cidade, e é bela

Pela ocular da janela

Foco o sémen da rua.

                                  António Gedeão

Em frente, botões coloridos

Deslizam sobre lençóis negros e esburacados

Onde se erguem origamis de metal,

Ilustrações da vida na cidade.

Onde cada edifício, objecto,

Cada pessoa,

Aparece numa vinheta.

E são os pionés verdes que compõem os jardins

Os legos laranja que embelezam o espelho brilhante

Os carrinhos de brincar que levam as pessoas

Os postes de betão que iluminam a noite

As zebras no alcatrão

E as bicicletas que se movem no vento,

Que desenham a prancha completa.


Esta é a cidade

E é bela.

Inês Pereira e Carlos Peixoto – 8ºB

FRASE DO DIA

Para que percorres inutilmente o céu inteiro à procura da tua estrela? Põe-na lá
Ferreira, Vergílio

segunda-feira, 2 de maio de 2011

FRASE DO DIA

A renúncia é a libertação. Não querer é poder
Pessoa, Fernando