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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

POESIA AO CAFÉ - 21 de Março de 2011

POESIA AO CAFÉ

No dia 21 de Março iremos comemorar o dia Mundial da Poesia, na Escola Básica nº 2 de Cacia com  as seguintes actividades:
- Declamação de poemas por alunos ou outros elementos da comunidade educativa;
- Teatro de fantoches;
- Música ambiente;
- Café, chá e sumos acompanhados com doçaria a preceito.
Decorrerá na Biblioteca da Escola, pelas 20.30h.
Agradecemos a Vossa comparência e participação.

"O Discurso do Rei" foi o vencedor da noite

http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1794843&seccao=Cinema

Luta contra doença que causa envelhecimento acelerado

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1792551

Lisboa e a Península Ibérica à noite vistas do espaço

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1793238

FRASE DO DIA


"A sabedoria da vida é sempre mais profunda e mais vasta do que a sabedoria dos homens"
Gorky, Máximo

Discovery partiu para a última viagem ao espaço

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1792896

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Português lidera estudo europeu sobre radiações ionizantes

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1780003&seccao=Sa%FAde

Exposição longa aos telemóveis afecta cérebro

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1790918&seccao=Sa%FAde

Luta contra doença que causa envelhecimento acelerado

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1792551

Organização não quer mutilação de barbatanas de tubarão

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1790247&seccao=Biosfera

Voluntários vão reflorestar a Mata Nacional do Buçaco

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1791296&seccao=Biosfera

Macacos lavam-se com urina

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1792119&seccao=Biosfera

FRASE DO DIA

HISTÓRIA DO DIA

ASSIM NÃO JOGO

Hoje vou falar de futebol.
Era uma vez um jogador que se chamava Medo. Um grande jogador!
— Vamos jogar contra o Medo — diziam, antes do desafio, os adversários, cheios de medo.
Mas, um dia, lesionou-se.
— Estamos muito desfalcados — lamentavam-se os companheiros de equipa. — Sem o Medo não é a mesma coisa.
Foram buscar o suplente. Por acaso, o rapaz até se chamava Nervos. Era o Zé Nervos, não muito jeitoso a dominar a bola, mas com uma potência no remate de virar os guarda-redes do avesso.
Já o primo dele, o Chico Nervos, que também jogava, mas a meio-campo, não havia quem o suplantasse como armador de jogo.
— Rapazes, hoje a táctica é toda por conta dos Nervos — anunciava o treinador, nos balneários. — Com os Nervos ao ataque, temos a vitória garantida.
E tiveram.
Naquele jogo e no outro e nos outros que se seguiram o êxito foi estrondoso. Os adversários levavam abadas de chocar.
- Vocês não têm mais irmãos ou primos com queda para o futebol? — perguntava aos dois Nervos o treinador. — Se tiverem, eu contrato-os. Com os Nervos todos do nosso lado, bem controlados por mim, seremos imbatíveis.
Por sinal que eles não tinham mais parentes virados para o desporto. Eram os únicos Nervos futebolistas da família. Mas chegavam.
— Nervos! Nervos! Nervos! — gritavam os espectadores, nas bancadas.
Até parecia que a força dos Nervos se comunicava aos restantes jogadores.
Tanto se destacavam os primos que os jornais quase se esqueceram do nome dos outros futebolistas, do treinador e do próprio clube, para apenas designarem a equipa com títulos deste género: avalanche de Nervos, Nervos a mais, ataque de Nervos, com um entusiasmo e um exagero que – brr! – até enervavam
Entretanto, o Medo, aquele jogador que se tinha lesionado no princípio da história, restabeleceu-se. Estava, de novo, pronto para jogar.
O treinador fez umas substituições, uns acertos e, sem dispensar os primos Nervos, mandou vir o Medo.
— Por este andar, com uma equipa deste nível, vamos ganhar a Taça das Taças das Taças das Taças — dizia o treinador, a esfregar as mãos e a rir-se.
Riso de pouca dura. O primeiro jogo com a nova formação foi um desastre. O segundo jogo, uma calamidade. Do terceiro jogo já não posso falar, porque não assisti. Sem, ao menos, um jantar de despedida, os dirigentes do clube puseram-me na rua.
Sim, era eu o treinador da equipa, esqueci-me de avisar no princípio.
Depois deste desaire, nunca mais voltei a um estádio. Mudei de vida.
Empreguei-me a escrever histórias...
Mas uma coisa aprendi da minha passagem pelo desporto: com Nervos e Medo juntos, nunca se consegue ganhar.

António Torrado
www.historiadodia.pt



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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

DIÁRIO DE UM VAMPIRO BANANA

Adeus, Napoleão

http://www.superinteressante.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=304:adeus-napoleao&catid=9:artigos&Itemid=83

A serra dos mortos

http://www.superinteressante.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=333:a-serra-dos-mortos&catid=9:artigos&Itemid=83

Descobereta a adega de vinho mais antiga do Mundo

http://www.superinteressante.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=362:descoberta-a-adega-de-vinho-mais-antiga-do-mundo-&catid=8:noticias&Itemid=82

Alterações climáticas na origem da queda do Império Romano

http://www.superinteressante.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=369:alteracoes-climaticas-na-origem-da-queda-do-imperio-romano&catid=8:noticias&Itemid=82

Colecção de peixes do séc. XVIII encontrada em Coimbra

http://www.superinteressante.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=385:coleccao-de-peixes-do-seculo-xviii-encontrada-em-coimbra&catid=8:noticias&Itemid=82

Polícia italiana encontrou o túmulo de calígula?

http://www.superinteressante.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=370:policia-italiana-encontrou-o-tumulo-de-caligula&catid=8:noticias&Itemid=82

Múmias de cão

http://www.superinteressante.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=413:mumias-de-cao&catid=9:artigos&Itemid=83

Frenesim solar

http://www.superinteressante.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=419:frenesim-solar&catid=28:artigos&Itemid=120

Proteína de Alzheimer não é degradada e acumula-se

http://www.superinteressante.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=324:proteina-da-doenca-de-alzheimer-nao-e-degradada-e-acumula-se-&catid=23:noticias&Itemid=103

HOMO SAPIENS SAIU DE ÁFRICA HÁ 125 MIL ANOS?

http://www.superinteressante.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=394:qhomo-sapiensq-saiu-de-africa-ha-125-mil-anos&catid=8:noticias&Itemid=82

Mutação associada ao nanismo previne cancro e diabetes

http://www.superinteressante.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=432:mutacao-associada-ao-nanismo-previne-cancro-e-diabetes-&catid=2:noticias&Itemid=76

"Homo sapiens" saiu de África há 125 mil anos?

http://www.superinteressante.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=394:qhomo-sapiensq-saiu-de-africa-ha-125-mil-anos&catid=8:noticias&Itemid=82

FRASE DO DIA

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

A PRINCESA DE MARTE (DVD)

POEMA AMIGO


AMIGO
Um amigo é
Alguém que nos ajuda,
Dá-nos um ombro para chorar
 Quando mais precisamos.

Ser amigo é
Apoiar os colegas,
Que mais necessitem,
É estar sempre do lado deles.

Os amigos são
Dádivas preciosas
Que devemos conservar,
E quem os tem,
Tem muita sorte.

                                                                              Rosana Cardoso
                                                                                 6ºB / Nº15

FRASE DO DIA

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

CITAÇÃO DO DIA

A nossa inveja dura sempre mais tempo que a felicidade daqueles que invejamos
La Rochefoucauld, François
Uma Vida Exterior Simples e Modesta Só Pode Fazer Bem


Uma vida exterior simples e modesta só pode fazer bem, tanto ao corpo como ao espírito. Não creio de modo algum na liberdade do ser humano, no sentido filosófico. Cada um age não só sob pressão exterior como também de acordo com a sua necessidade interior. O pensamento de Schopenhauer: «O homem pode, na verdade, fazer o que quiser, mas não pode querer o que quer», impressionou-me vivamente desde a juventude e tem sido para mim um consolo constante e uma fonte inesgotável de tolerância. Esse conhecimento suaviza benéficamente o sentimento de responsabilidade levemente inibitório e faz com que não tomemos demasiado a sério, para nós e para os outros, uma concepção de vida que justifica de modo especial a existência do humor.
Do ponto de vista objectivo, pareceu-me sempre desprovido de senso querer-se indagar sobre o sentido ou a finalidade da própria existência ou da existência da criação. E, no entanto, cada homem tem certos ideais, que o orientam nos seus esforços e juízos. Neste sentido o bem-estar e a felicidade nunca me pareceram um fim em si (chamo a esta base ética o ideal da vara de porcos). Os ideais que me iluminavam e me encheram incessantemente de alegre coragem de viver foram sempre a bondade, a beleza e a verdade. Sem o sentimento de harmonia com aqueles que têm as mesmas convicções, sem a indagação daquilo que é objectivo e eternamente inatingível no campo da arte e da investigação científica, a vida ter-me-ia parecido vazia. Os fins banais do esforço humano: propriedade, êxito exterior e luxo pareceram-me desprezíveis desde jovem.

Albert Einstein, in 'Como Vejo o Mundo'


Protótipo de central solar termoeléctrica testado no País

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

14 DE FEVEREIRO- DIA DE S. VALENTIM

História
A história do Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia de jejum tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado.
O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.
Além de continuar a celebrar os casamentos, ele casou-se secretamente, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens davam-lhe flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele apaixonou-se pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes de partir, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.
Considerado mártir pela Igreja Católica, a data de sua morte - 14 de Fevereiro - também marca a véspera de lupercais, festas anuais celebradas na Roma antiga em honra de Juno (Deusa da mulher e do matrimónio) e de Pan (Deus da natureza). Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade.
Na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de Fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta da amada.
O dia é hoje muito associado com a troca mútua de recados de amor em forma de objectos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas. Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa. Estima-se que, mundo afora, aproximadamente um bilhão de cartões com mensagens românticas são mandados a cada ano, tornando esse dia um dos mais lucrativos do ano.
O dia de São Valentim era até há algumas décadas uma festa comemorada principalmente em países anglo-saxões, mas ao longo do século XX o hábito estendeu-se a muitos outros países.

POEMA - AMIGO

AMIGO
Amigo,
Eu te adoro
Estou sempre contigo
Quero-te comigo.

Amigo,
Confio em ti
És-me preciso
Sempre aqui.

Amigo,
Gosto tanto de ti
Conto contigo
Enfim, és assim.

Amigo,
És generoso,
És perfeito
O maior cuidadoso.
Vera Cunha  6ºB Nº18

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

A REVOLTA DE 31 DE JANEIRO DE 1891

Revolta de 31 de Janeiro de 1891


No dia 31 de Janeiro de 1891, na cidade do Porto, registou-se um levantamento militar contra as cedências do Governo (e da Coroa) ao ultimato britânico de 1890 por causa do Mapa Cor-de-Rosa, que pretendia ligar, por terra, Angola a Moçambique.

A 1 de Janeiro de 1891 reuniu-se o Partido Republicano em congresso, de onde saiu um directório eleito constituído por: Teófilo Braga, Manuel de Arriaga, Homem Cristo, Jacinto Nunes, Azevedo e Silva, Bernardino Pinheiro e Magalhães Lima. Estes homens apresentaram um plano de acção política a longo prazo, que não incluía a revolta que veio a acontecer, no entanto, a sua supremacia não era reconhecida por todos os republicanos, principalmente por aqueles que defendiam uma acção imediata. Estes, além de revoltados pelo desfecho do episódio do Ultimato, entusiasmaram-se com a recente proclamação da República no Brasil, a 15 de Novembro de 1889.

As figuras cimeiras da "Revolta do Porto", que sendo um movimento de descontentes grassando sobretudo entre sargentos e praças careceu do apoio de qualquer oficial de alta patente, foram o capitão António Amaral Leitão, o alferes Rodolfo Malheiro, o tenente Coelho, além dos civis, o dr. Alves da Veiga, o actor Verdial e Santos Cardoso, além de vultos eminentes da cultura como João Chagas, Aurélio da Paz dos Reis, Sampaio Bruno, Basílio Teles, entre outros.

O Acontecimento

A revolta tem início na madrugada do dia 31 de Janeiro, quando os Batalhão de Caçadores nº9, liderado por sargentos, se dirigem para o Campo de Santo Ovídio, hoje Praça da República, onde se encontra o Regimento de Infantaria 18 (R.I.18). Ainda antes de chegarem, junta-se ao grupo, o alferes Malheiro, perto da Cadeia da Relação; o Regimento de Infantaria 10, liderado pelo tenente Coelho; e uma companhia da Guarda Fiscal. Embora revoltado, o R.I.18, fica retido pelo coronel Meneses de Lencastre, que assim, quis demonstrar a sua neutralidade no movimento revolucionário.

Os revoltosos descem a Rua do Almada, até à Praça de D. Pedro, (hoje Praça da Liberdade), onde, em frente ao antigo edifício da Câmara Municipal do Porto, ouviram Alves da Veiga proclamar da varanda a Implantação da República. Acompanhavam-no Felizardo Lima, o advogado António Claro, o Dr. Pais Pinto, Abade de São Nicolau, o Actor Verdial, o chapeleiro Santos Silva, e outras figuras. Verdial leu a lista de nomes que comporiam o governo provisório da República e que incluíam: Rodrigues de Freitas, professor; Joaquim Bernardo Soares, desembargador; José Maria Correia da Silva, general de divisão; Joaquim d'Azevedo e Albuquerque, lente da Academia; Morais e Caldas, professor; Pinto Leite, banqueiro; e José Ventura Santos Reis, médico.

Foi hasteada uma bandeira vermelha e verde, pertencente a um Centro Democrático Federal.[1]. Com fanfarra, foguetes e vivas à República, a multidão decide subir a Rua de Santo António, em direcção à Praça da Batalha, com o objectivo de tomar a estação de Correios e Telégrafos.

No entanto, o festivo cortejo foi barrado por um forte destacamento da Guarda Municipal, posicionada na escadaria da igreja de Santo Ildefonso, no topo da rua. O capitão Leitão, que acompanhava os revoltosos e esperava convencer a guarda a juntar-se-lhes, viu-se ultrapassado pelos acontecimentos. Em resposta a dois tiros que se crê terem partido da multidão, a Guarda solta uma cerrada descarga de fuzilaria vitimando indistintamente militares revoltosos e simpatizantes civis. A multidão civil entrou em debandada, e com ela alguns soldados.

Os mais bravos tentaram ainda resistir. Cerca de trezentos barricaram-se na Câmara Municipal, mas por fim, a Guarda, ajudada por artilharia da serra do Pilar, por Cavalaria e pelo Regimento de Infantaria 18, força-os à rendição, às dez da manhã. Terão sido mortos 12 revoltosos e feridos 40.

O Desfecho

Alguns dos implicados conseguiram fugir para o estrangeiro: Alves da Veiga iludiu a vigilância e foi viver para Paris: o jornalista Sampaio Bruno e o Advogado António Claro alcançaram a Espanha, assim como o Alferes Augusto Malheiro, que daí emigrou para o Brasil.

Os nomeados para o "Governo Provisório" trataram de esclarecer não terem dado autorização para o uso dos seus nomes. Dizia o prestigiado professor Rodrigues de Freitas, enquanto admitia ser democrata-republicano: "mas não autorizei ninguém a incluir o meu nome na lista do governo provisório, lida nos Paços do Concelho, no dia 31 de Janeiro, e deploro que um errado modo de encarar os negócios da nossa infeliz pátria levasse tantas pessoas a tal movimento revolucionário."

A reacção oficial seria como de esperar, implacável, tendo os revoltosos sido julgados por Conselhos de Guerra, a bordo de navios, ao largo de Leixões: o paquete Moçambique, o transporte Índia e a corveta Bartolomeu Dias . Para além de civis, foram julgados 505 militares. Seriam condenados a penas entre 18 meses e 15 anos de degredo em África cerca de duzentas e cinquenta pessoas. Em 1893 alguns seriam libertados em virtude da amnistia decretada para os então criminosos políticos da classe civil.

Em memória desta revolta, logo que a República foi implantada em Portugal, a então designada Rua de Santo António foi rebaptizada para Rua de 31 de Janeiro, passando a data a ser celebrada dado que se tratava da primeira de três revoltas de cariz republicano efectuadas contra a monarquia constitucional (as outras seriam o Golpe do Elevador da Biblioteca, e o 5 de Outubro de 1910.