UMA MEIA ESPECIAL
Debaixo da minha cama, bem escondido lá no fundo, existe uma meia às riscas rosa, verde e roxo; dentro dela, uma cidade de criaturas microscópicas, que apenas podem ser vistas com a presença de luz e uma boa lupa.
O chefe da cidade chama-se Minitimi, nome realmente esquisito! Vive com a sua família e todos os seus empregados na casa real. A cidade tem de tudo um pouco – só a fábrica da Coca-Cola emprega cerca de cem funcionários que se esforçam, de sol a sol, para produzir a bebida mais popular da cidade! Há ainda fábricas de têxteis, enlatados, comida, tudo… os cidadãos fazem, na verdade, um bom trabalho! Nas quintas, trabalham cerca de trezentos agricultores, a produzir alimentos para sustentar toda a população.
As pessoas são civilizadas e cumprem todas as regras de boa conduta; são também muito ecológicas e aproveitadoras.
Como sou aquela voz que ouvem “do céu”, consideram-me uma espécie de deus: E eu, tento dar à minha cidade bons exemplos, para que não haja confusões e discórdias.
Minitimi é chefe da cidade há dez anos (cada ano equivale a um mês na nossa realidade); é uma pessoa muito culta, tem treze filhas e apenas um filho, quarenta e cinco anos mas aparenta ser mais jovem.
A cidade é secreta e a meia também. Mantenho-a tão escondida quanto possível pois se alguém lhe mexesse seria catastrófico, como se ocorresse um sismo!... Visito-a todos os dias e a população adora!
Nesta cidade cumprem-se as regras normais da vida, ou seja, morrem e nascem cidadãos… Felizmente, estas criaturas têm uma esperança de vida grande e são também muito férteis!
A cidade está dividida em duas partes iguais – uma é a zona industrial, onde se situam todas as fábricas, incluindo a da Coca-Cola, outra é a zona agrícola, de onde vêm os alimentos.
A última obra pública construída foi uma ponte que atravessa o rio que divide a cidade.
Depois de muito me interrogar, continuo sem saber como é que as criaturas lá apareceram, como é que, em tão pouco tempo, uma cidade se ergueu…e isto faz-me pensar, será que existem cidadezinhas pequenas em todos os cantos do mundo e não sabemos?... Mas, independentemente das minhas interrogações, a meia vai continuar lá, naquele cantinho escuro que apanha o primeiro raio de sol da manhã…
Margarida Araújo - 8ºC
DIVULGAÇÃO DAS ATIVIDADES DA BIBLIOTECA ESCOLAR DE CACIA
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
CARTA A SHAKESPEARE
Cacia, 13 de Novembro de 2009
Ilustríssimo William Shakespeare,
Escrevemos-lhe esta carta, não na esperança de obter uma resposta, mas sim com o intuito de lhe agradecer tudo o que fez para com todos os que conhecem a sua vasta obra, afinal, “a gratidão é o único tesouro dos humildes”.
Todo o seu trabalho é magnífico! As suas obras teatrais comoveram, entusiasmaram e divertiram gerações e gerações, inspiraram poetas, apaixonaram leitores, “as paixões ensinaram a razão aos homens”, e encorajaram sonhadores, pois “nós somos do tecido de que são feitos os sonhos”, “ sabemos o que somos, mas não sabemos o que poderemos ser”, e “ser grande, é abraçar uma grande causa”.
O trabalho que desenvolveu ao longo da sua longa (embora curta) vida marcou profundamente a história do Teatro e da Literatura Mundial. Afinal, quem não se lembra da dramática paixão proibida de “Romeu e Julieta” e do grande dilema de Hamlet: “Ser ou não ser: eis a questão”?!
Por tudo isto, e muito mais,
O nosso muito obrigado,
Bruno Lopes e Inês Pereira – 7ºB
Nota dos remetentes: As expressões entre “ ” são citações de William Shakespeare, e Romeu e Julieta é o nome de uma das suas obras.
Ilustríssimo William Shakespeare,
Escrevemos-lhe esta carta, não na esperança de obter uma resposta, mas sim com o intuito de lhe agradecer tudo o que fez para com todos os que conhecem a sua vasta obra, afinal, “a gratidão é o único tesouro dos humildes”.
Todo o seu trabalho é magnífico! As suas obras teatrais comoveram, entusiasmaram e divertiram gerações e gerações, inspiraram poetas, apaixonaram leitores, “as paixões ensinaram a razão aos homens”, e encorajaram sonhadores, pois “nós somos do tecido de que são feitos os sonhos”, “ sabemos o que somos, mas não sabemos o que poderemos ser”, e “ser grande, é abraçar uma grande causa”.
O trabalho que desenvolveu ao longo da sua longa (embora curta) vida marcou profundamente a história do Teatro e da Literatura Mundial. Afinal, quem não se lembra da dramática paixão proibida de “Romeu e Julieta” e do grande dilema de Hamlet: “Ser ou não ser: eis a questão”?!
Por tudo isto, e muito mais,
O nosso muito obrigado,
Bruno Lopes e Inês Pereira – 7ºB
Nota dos remetentes: As expressões entre “ ” são citações de William Shakespeare, e Romeu e Julieta é o nome de uma das suas obras.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
O SOM DOS INSTRUMENTOS
O Som dos Instrumentos
É grande e majestoso
O seu som.
Alto e brilhante.
Tão belo, tão amante!
É o remédio para as doenças!
Brilha o Sol nos instrumentos
Sempre atentos
Que tão alto vão tocar.
Mas não é por causa disso
Que o Sol não vai brilhar!
José Ernesto Pereira Mendes Oliveira, 5º A Nº 13
É grande e majestoso
O seu som.
Alto e brilhante.
Tão belo, tão amante!
É o remédio para as doenças!
Brilha o Sol nos instrumentos
Sempre atentos
Que tão alto vão tocar.
Mas não é por causa disso
Que o Sol não vai brilhar!
José Ernesto Pereira Mendes Oliveira, 5º A Nº 13
O AMOR PELA MÚSICA
O Amor pela Música
Música boa sempre a tocar
Sempre que a oiço
Ponho-me a sonhar!
Afinal, a música é amar por amar!
Corre tão depressa o som que produz
Mais rápido ainda do que um raio de luz.
Pequeno ou grandinho, é bom, é mortal!
Afinal, é a música que a ninguém faz mal!
É bom, é harmonioso…
Mas para alguns é só pelo gozo…
É bom, é contagioso…
É de amar um som gostoso!
José Ernesto Pereira Mendes Oliveira, 5º A Nº 13
Música boa sempre a tocar
Sempre que a oiço
Ponho-me a sonhar!
Afinal, a música é amar por amar!
Corre tão depressa o som que produz
Mais rápido ainda do que um raio de luz.
Pequeno ou grandinho, é bom, é mortal!
Afinal, é a música que a ninguém faz mal!
É bom, é harmonioso…
Mas para alguns é só pelo gozo…
É bom, é contagioso…
É de amar um som gostoso!
José Ernesto Pereira Mendes Oliveira, 5º A Nº 13
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