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quinta-feira, 21 de novembro de 2019

" Uma vaca de estimação à solta ...na Biblioteca"

No passado dia 13 de novembro, na Escola Básica da Quintã do Loureiro, os alunos  do 4º ano de escolaridade, assistiram à dramatização do conto " Uma vaca de estimação à solta ...na Biblioteca", de Luísa Ducla Soares. A dramatização do conto foi feita pela atriz Cláudia Staltmiller e os alunos participaram com bastante atenção e entusiasmo.







terça-feira, 19 de novembro de 2019

Projeto Erasmus+ Mobility- "Let´s Feel the MIght of European Cultural Historical Heritage"

Semana Portuguesa
10 a 16 de novembro de 2019
A nossa escola recebeu os participantes vindos da Bulgária, de Espanha e da Suécia.
Foram desenvolvidas várias atividades, quer na escola, quer em outros locais, como Aveiro, Ílhavo, Porto,  Conimbriga, e Coimbra para dar a conhecer um pouco  do nosso património cultural.






















quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Teatro na Biblioteca: "Um conto assustador (?)"






A Biblioteca Escolar foi o palco escolhido para a apresentação de uma peça de teatro.
Os alunos do Clube de Teatro, juntamente com as professoras orientadoras, prof Anabela Barbosa e prof Paula Gonçalves, apresentaram a peça " Um conto assustador (?). Os alunos das várias turmas assistiram de forma entusiasmada a esta peça cheia de movimento e de sons algo assustadores.
Os artistas e as professoras estão de parabéns!


"Pão por Deus"


1º de novembro,  Dia de Todos os Santos- “Pão Por Deus”, uma tradição  Portuguesa.

As ofertas aos mortos, nesta altura do ano, são comuns em diversas culturas pagãs, incluindo as celtas que habitaram o que é hoje Portugal. Muitas dessas ofertas  foram aos poucos tomando roupagens cristãs. Com o passar dos anos foi cada vez mais promovido pela Igreja Católica o culto dos mortos, e a tradição de reservar lugar à mesa, e também de deixar comida para os mesmos.
Era, também, costume  deixar o primeiro pão de uma fornada à porta da casa, tapado por um pano.  O objectivo era  honrar os mortos e  também, quem fosse  pobre e por ali passasse, pudesse levar esse pão.  Esse pão de oferta para os defuntos começou a significar uma partilha para quem necessitasse.
Quando do grande terramoto, ocorrido a 1 de Novembro de 1755, Dia de Todos os Santos, Lisboa sofreu uma grande catástrofe . A fome era muito e os sobreviventes pediam “Pão por Deus” a quem ainda tinha alguma coisa.
Conta-se que nos anos seguintes , nesse mesmo dia, se começou a repetir esse pedido  de “Pão por Deus”, como forma de celebração e agradecimento por terem sobrevivido.
Com o passar dos anos e principalmente no  século XX, onde os registos são mais fiáveis, começou a associar-se o “Pão por Deus” a uma festa de crianças. Neste dia, de manhã cedo,  as crianças iam de porta em porta a pedir o “Pão Por Deus”, recebendo tradicionalmente frutos secos, romãs, pão,  bolos e doces.
O saco para recolha das ofertas  era de pano e ainda hoje é muito comum.
Quando as crianças batem à porta, recitam doces, mas menos simpáticas para quem não o faz.
versos ou cantam, como forma de agradecimento a quem oferece

"Bolinhos e bolinhós
Para mim e para vós,
Para dar aos finados
Que estão mortos e enterrados

À bela, bela cruz
Truz, Truz!

A senhora que está lá dentro
Sentada num banquinho
Faz favor de s’alevantar
Para vir dar um tostãozinho.

A resposta nas casas em que são ofertados doces.
Esta casa cheira a broa,
Aqui mora gente boa.
Esta casa cheira a vinho,
Aqui mora um santinho."

E a resposta para quem não os dá
"Esta casa cheira a alho
Aqui mora um espantalho.
Esta casa cheira a unto
Aqui mora algum defunto"


segunda-feira, 7 de outubro de 2019

MÊS INTERNACIONAL DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES

                                                                                                                                      

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

OUTUBRO, MÊS INTERNACIONAL DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES




REUNIFICAÇÃO DA ALEMANHA







03.OUT.1990
Alemanha comemora a reunificação
Desde o dia 3 de outubro de 1990, a Alemanha celebra o dia da reunificação do país. Numa cerimónia emocionante, à meia-noite daquele dia, a bandeira da Alemanha Ocidental, agora o  símbolo de uma só nação, foi hasteada no Portão de Brandemburgo, em Berlim, marcando esse momento histórico. 
A divisão do país aconteceu após a derrota na 2ª Guerra Mundial. Os setores controlados pela França,  Reino Unido e Estados Unidos foram fundidos em 23 de maio de 1949 para formar a República Federal da Alemanha (RFA, ou Alemanha Ocidental). Em 7 de outubro de 1949, a Zona Soviética constituiu-se na República Democrática da Alemanha (RDA, ou Alemanha Oriental).
Apesar dos supostos benefícios sociais da Alemanha Oriental, muitos dos cidadãos do lado comunista olhavam para o Ocidente em busca de liberdade política e de prosperidade económica. O Muro de Berlim, construído em 1961 para impedir a fuga dos alemães de leste para a Alemanha Ocidental, tornou-se um símbolo da Guerra Fria.
O regime da Alemanha Oriental começou a vacilar em maio de 1989, quando a remoção da cerca na fronteira com a Hungria abriu um buraco na Cortina de Ferro, o que causou o êxodo de milhares de alemães orientais, que fugiram para a Alemanha Ocidental e para a Áustria, através do território húngaro. Em 28 de novembro de 1989, duas semanas após a queda do Muro de Berlim, o chanceler da Alemanha Ocidental, Helmut Kohl anunciou os 10 pontos de um programa de cooperação entre as duas Alemanhas. O projeto visava a eventual reunificação, que se concretizaria no ano seguinte, a 3 de outubro de 1990..

In: Hoje na História

INÍCIO DE NOVO ANO LETIVO



Ano novo, 
Vida nova.
Novas aventuras.
Mais  literacias.
Novas sabedorias.

sexta-feira, 14 de junho de 2019

HOJE NA HISTÓRIA


Em 1986, morre o escritor Jorge Luis Borges

No dia 14 de junho de 1986 morria, em Genebra, na Suíça, Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo, escritor, poeta, tradutor, crítico literário e ensaísta. Nascido em 24 de agosto de 1889, em Buenos Aires, na Argentina, a sua fama internacional começou a partir da década de 60, quando recebeu o primeiro prémio internacional de editores, o Prémio Formentor. O seu trabalho foi traduzido e publicado extensamente nos EUA e na Europa. Fluente em vários idiomas, a sua obra abrange "o caos que governa o mundo e o caráter de irrealidade em toda a literatura". Os seus livros mais famosos são Ficções (1944) e O Aleph (1949), coletâneas de histórias curtas interligadas por sonhos, labirintos, bibliotecas, escritores fictícios e livros fictícios, religião e Deus. Estudiosos afirmam que a progressiva cegueira de Borges o ajudou a criar novos símbolos literários, pois "os poetas, como os cegos, podem ver no escuro". Os poemas do seu último período dialogam com vultos culturais como Spinoza, Luís de Camões e Virgílio.
Fonte: Site History (adaptado)

quinta-feira, 13 de junho de 2019

HOJE NA HISTÓRIA


Em 1373, Portugal assina com a Inglaterra a mais antiga aliança entre nações

A mais antiga aliança diplomática em vigor entre países foi assinada num dia como hoje, no ano de 1373, entre a Inglaterra (sucedida pelo Reino Unido) e Portugal, num pacto conhecido como Aliança Luso-Britânica, ou Aliança Inglesa. Atualmente, esta aliança não é amplamente usada, ainda que continue em vigor. Ao longo da história, porém, foi útil para Portugal, que, por exemplo, precisou da ajuda da Inglaterra durante as guerras napoleónicas, já que não aderiu ao Bloqueio Continental, o que seria incompatível com os termos desta aliança. Os portugueses também ajudaram a Inglaterra durante a Primeira Guerra Mundial e permitiram que os ingleses abrigassem um contingente militar e determinados privilégios em território português.
Fonte: Site History (adaptado)