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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

OUTUBRO, MÊS INTERNACIONAL DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES



Este ano a Associação Internacional das Bibliotecas Escolares (IASL) pretende assinalar o Mês Internacional das Bibliotecas Escolares com o tema Conectando comunidades e culturas ”.
A Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos irá participar na comemoração do “Mês Internacional das Bibliotecas Escolares” com a declamação de poemas que serão lidos na sala de aula por alunos com diferentes sotaques. Este evento decorrerá no dia 23 de outubro, durante a manhã, nas aulas de Português.

Esta iniciativa tem como objetivo a promoção da literacia da leitura, informação e comunicação e fazer mais e melhores leitores.

BEM-VINDOS A MAIS UM ANO DE SABEDORIA


O SABER NÃO OCUPA ESPAÇO


ANO NOVO VIDA NOVA
NOVOS AMIGOS
NOVAS AVENTURAS
NOVAS PERSPETIVAS
NOVAS AMBIÇÕES
NOVO SABER
NOVO FUTURO.


Resultado de imagem para Ano novo vida nova escolar

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

DIÁRIO DE UM BANANA 11

Wook.pt - O Diário de um Banana N.º 11
SINOPSE
O Greg Heffley está sob uma pressão enorme. A única coisa em que ele parece ser realmente bom é em videojogos, mas a mãe quer que ele alargue os seus horizontes e faça mais alguma coisa - QUALQUER coisa! Quando o Greg encontra uma velha câmara de filmar, perdida na cave lá de casa, ele tem a certeza de que descobriu a forma ideal de, finalmente, mostrar a todos os seus grandes talentos escondidos. Com a ajuda do Rowley, o seu melhor amigo, o Greg inventa um plano para fazer um filme de terror e assim se tornar rico e famoso. Mas será que apostar apenas no filme é mesmo um plano inteligente ou será que os problemas do Greg vão aumentar ainda mais? De uma coisa podes ter a certeza: não há espaço para meio termo… é TUDO OU NADA! 
Fonte: Wook

O DIÁRIO DE UM BANANA TUDO OU NADA Nº11, JÁ ESTA DISPONÍVEL NA BIBLIOTECA

Wook.pt - O Diário de um Banana N.º 11

terça-feira, 19 de abril de 2016

CONHECES OS ÚLTIMOS BESTSELLERS DE DAVID WALLIAMS?ENCONTRA-OS NA NOSSA BIBLIOTECA.

Wook.pt - A Terrível Tia Alberta





Sinopse

Tens uma tia malvada? Ela:
• obriga-te a comer sobremesas nojentas?
• tricota camisolas ásperas que dizem
ADORO A MINHA TIA à frente?
• dá-te beijos repenicados e belisca-te a bochecha com força?
Pois, por muito terrível que a tua tia seja, jamais
será capaz de superar a malvadez da Tia Alberta.
Não acreditas? Então, lê e descobre!










Sinopse
A escuridão invade a cidade. Crianças que deixam os dentes debaixo da almofada para a Fada dos Dentes, à espera de um presente, acordam e encontram… uma aranha viva e centenas de pulgas aos saltos na cama!
Algo de muito maléfico espreita nas sombras.
Cuidado! Esta é uma história de terror.
Com muitas palavras inventadas.


LÊ O LIVRO/VÊ O FILME NA BIBLIOTECA ESCOLAR

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ESCRITOR FILIPE MONTEIRO NA BIBLIOTECA DA ESCOLA

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segunda-feira, 14 de março de 2016

SELECIONA E ESCOLHE. QUAL DOS LIVROS SERÁ O MELHOR?

Sinopse

Wook.pt - A SeleçãoPara trinta e cinco raparigas, A Seleção é a oportunidade de uma vida. É a possibilidade de escaparem de um destino que lhes está traçado desde o nascimento, de se perderem num mundo de vestidos cintilantes e joias de valor inestimável e de viverem num palácio e competirem pelo coração do belo Príncipe Maxon.

No entanto, para America Singer, ser selecionada é um pesadelo. Terá de virar as costas ao seu amor secreto por Aspen, que pertence a uma casta abaixo da sua, deixar a sua família para entrar numa competição feroz por uma coroa que não deseja, e viver num palácio constantemente ameaçado pelos ataques violentos dos rebeldes. Mas é então que America conhece o Príncipe Maxon. Pouco a pouco, começa a questionar todos os planos que definiu para si mesma e percebe que a vida com que sempre sonhou pode não ter comparação com o futuro que nunca imaginou. 

35 candidatas. Apenas uma coroa.
Sinopse
Wook.pt - A EscolhaChegou a altura de coroar a vencedora. Quando foi escolhida para competir na Seleção, América nunca imaginou chegar perto da coroa - ou do coração do Príncipe Maxon. Mas à medida que o fim da competição se aproxima e as ameaças fora dos muros do palácio se tornam mais cruéis, América descobre o quanto tem a perder - e o quanto terá de lutar pelo futuro que deseja.

«Um verdadeiro conto de fadas. Encantador, cativante e com a quantidade certa de emoção.»
Kiersten White, autora bestseller do The New York Times

«Personagens de temperamento forte, a recordação de um amor proibido deixado para trás e um triângulo amoroso que nos toca o coração.»
Publishers Weekly

CONHECES O NOVO LIVRO DE DAVID WALLIAMS "AVOZINHA GÂNGSTER"? JÁ O PODES REQUISITAR NA NOSSA BIBLIOTECA:

Sinopse
O nosso herói, Ben, adormece só de pensar que tem de ficar em casa da avó. Que seca! É a avozinha mais aborrecida de sempre: só pensa em jogar jogos de tabuleiro e comer sopa de couve. Mas há dois segredos que Ben desconhece:
• A sua avozinha é uma famosa ladra de joias.
• E toda a vida sonhou roubar as Joias da Coroa inglesa, e agora precisa da ajuda de Ben…

Uma história sobre preconceitos e aceitação, cheia de piadas engraçadas e palavras tolas, ao estilo bem-humorado do comediante David Walliams, com mais de 4 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo.

JOSÉ LUÍS PEIXOTO IN "ABRAÇO"

Uma Casa Cheia de Livros

Os livros, esses animais sem pernas, mas com olhar, observam-nos mansos desde as prateleiras. Nós esquecemo-nos deles, habituamo-nos ao seu silêncio, mas eles não se esquecem de nós, não fazem uma pausa mínima na sua vigia, sentinelas até daquilo que não se vê. Desde as estantes ou pousados sem ordem sobre a mesa, os livros conseguem distinguir o que somos sem qualquer expressão porque eles sabem, eles existem sobretudo nesse nível transparente, nessa dimensão sussurrada. Os livros sabem mais do que nós mas, sem defesa, estão à nossa mercê. Podemos atirá-los à parede, podemos atirá-los ao ar, folhas a restolhar, ar, ar, e vê-los cair, duros e sérios, no chão. 
(...) Os livros, esses animais opacos por fora, essas donzelas. Os livros caem do céu, fazem grandes linhas rectas e, ao atingir o chão, explodem em silêncio. Tudo neles é absoluto, até as contradições em que tropeçam. E estão lá, aqui, a olhar-nos de todos os lados, a hipnotizar-nos por telepatia. Devemos-lhes tanto, até a loucura, até os pesadelos, até a esperança em todas as suas formas. 
José Luís Peixoto, in 'Abraço"

HISTÓRIAS DE LER E SONHAR!

                                   PRINCESA DESENCANTADA
Resultado de imagem para a princesa desencantada de Vergilio Alberto VieiraQuando alguma vez, em sonho ou viagem, voltar àquela terra, não poderei esquecer a história que certa tarde lá ouvi.
Contou-ma um ancião, de olhar profundo e barba ruiva, à hora em que me deu para subir ao ponto mais alto da cidade e ver de lá as grandes torres espelhadas na água do rio que ali corre — rio de lágrimas que uma princesa, um dia, então chorou.
Em tempos, este reino fora terra de encanto.
Deixou de o ser a partir do momento em que o rei mandou prender a filha, na mais fortificada
masmorra da cidade, por ela achar infame a servidão em que viviam os súbditos do reino.
— Esta é a história de Tristália — resmoneou o velho — e como todas as histórias não é uma história perfeita: o fim parece o princípio e quem uma vez a ouvir logo pedirá que ninguém a volte a repetir.
Fitando a mão trémula que apontava na direção do rio, vi o desconhecido entrever o lugar onde se erguia a fortaleza em que a filha do rei vivera encerrada. Então ele contou:
Desencantada, como a princesa, com a maldade que, às ordens do rei, cumpria lei, Tristália deixou de ser terra de amor.
Dia e noite, a princesa não parava de chorar. Recomendavam-na às cortes, os nobres, convidava-a o clero a arrepender-se, mesmo temendo que sobre o povo desabassem novas iras do rei.
O mais arrasador dos desencantos, porém, devia-se ao modo com que o rei Severo, seu pai,
tratava a rainha Edwiges, sua mãe. Escandalizavam-se os chanceleres, o episcopado, a nação.
De banquete em banquete, o rei Severo é que não.
Por desígnio divino iluminada, resolveu a princesa pôr fim à humilhação.
Qual segredo de estado, determinou sem demora escapar-se da prisão, correr mundo, revoltar-se como só o faz quem tem razão.
Como mais vale fuga que espera, assim foi.
Em semanas conquistou as boas graças do guarda-mor Epaminondas, e logo obteve a sela dum fogoso cavalo alazão.
Do tesoureiro Sigesmundo, em poucos dias, elevada quantia em peças de oiro.
Do camareiro Malaquias, em horas, uma poderosa espada de dois gumes.
Planeada a evasão, antes fugir que ficar mal.
Não ia ainda longe o cavaleiro embruxado, de armadura e espada em riste, e já um mensageiro, ao serviço do rei, passava aviso por terras de província e lugarejo.
Entraram as tropas em estado de alerta. Povoaram-se de espias os postos de fronteira.
Um capacete de sombra abateu-se sobre o rosto dos soldados entrincheirados nas esquinas.
À saída da cidade, um mendigo, que acorrera ao som de tão ligeiro trote, interrompeu:
— Onde vos leva esta pressa de viver, senhor do cavalo alazão?
Deixou-lhe o cavaleiro idade a menos que outra coisa não tinha ali na ocasião!
Fugia de si mesmo, não do mundo, o cavaleiro, atrás de si deixando um rasto de miséria e escravidão.
De uma casa em ruínas saiu, de filho ao colo, uma mulher a quem a guerra encontrara vazio o coração:
— Quem feliz fará, um dia, Senhor meu, todo o oiro que levais?
Deixou-lhe o cavaleiro o sol e a lua, que mágoas há na vida que não esquecem mais.
Entretanto, podia alguém adivinhar quem, assim disfarçado, segredava às ervas do caminho quantas vezes subidas honras, por muito que se diga, desonras são?
À porta de um albergue, uma criança, fascinada pelo anel de luz que, na corrida, cavalo e cavaleiro lanço a lanço envolvia, fê-los estacar:
— Se na tua espada, Rosa Peregrina, a vontade do povo assim confia, por que não voltas de pronto ao Palácio onde o terror da noite, em boa hora se fez dia?
Deu meia volta o cavaleiro que de si tanto fugia. Aclamado nas ruas de Tristália, juntou-se o foragido aos Pares do Reino que já nas cortes buscavam herdeiro entre os bastardos que, do rei Severo, então havia.
Largado o manto, aos pés, ninguém ousou dizer que aquele misterioso cavaleiro a coroa não merecia.
— Não há outro encanto — comentou o velho, emocionado — senão o que põe fim à reinação que os reis tiranos, quase sempre, espalham por servidão gratuita ou por mania.

Vergílio Alberto Vieira,  O Livro dos Enganos, Lisboa, Editorial Caminho, 2002  (Adaptação)