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sexta-feira, 26 de abril de 2019

ONTEM NA HISTÓRIA


25 de abril de 1974
Revolução de 25 de abril, também conhecida como Revolução dos Cravos ou Revolução de abril, refere-se a um evento da história de Portugal resultante do movimento político e social, ocorrido a 25 de abril de 1974, que depôs o regime ditatorial do Estado Novo, vigente desde 1933, e que iniciou um processo que viria a terminar com a implantação de um regime democrático e com a entrada em vigor da nova Constituição a 25 de abril de 1976, marcada por forte orientação socialista, bem como com a libertação das colónias de África. 
Esta ação foi liderada por um movimento militar, o Movimento das Forças Armadas (MFA), composto na sua maior parte por capitães que tinham participado na Guerra Colonial e que tiveram o apoio de oficiais milicianos. Este movimento surgiu por volta de 1973, baseando-se inicialmente em reivindicações corporativistas, como a luta pelo prestígio das forças armadas, acabando por atingir o regime político em vigor. Com reduzido poderio militar e com uma adesão em massa da população ao movimento, a reação do regime foi praticamente inexistente e infrutífera, registando-se quatro civis mortos e quarenta e cinco feridos em Lisboa, atingidos pelas balas da PIDE/DGS.
O movimento confiou a direção do País à Junta de Salvação Nacional, que assumiu os poderes dos órgãos do Estado. A 15 de maio de 1974, o General António de Spínola foi nomeado Presidente da República. O cargo de primeiro-ministro seria atribuído a Adelino da Palma Carlos. Seguiu-se um período de grande agitação social, política e militar, conhecido como PREC (Processo Revolucionário Em Curso), marcado por manifestações, ocupações, governos provisórios, nacionalizações e confrontos militares que terminaram com o 25 de novembro de 1975.
Estabilizada a conjuntura política, prosseguiram os trabalhos da Assembleia Constituinte para a nova constituição democrática, que entrou em vigor no dia 25 de abril de 1976, o mesmo dia das primeiras eleições legislativas da nova República. Na sequência destes eventos foi instituído em Portugal um feriado nacional no dia 25 de abril, o "Dia da Liberdade".
Fonte: Wikipedia (adaptado)

quarta-feira, 24 de abril de 2019

HOJE NA HISTÓRIA




Em 1880, é fundada a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos

A Biblioteca do Congresso (Library of Congress) dos Estados Unidos, situada em Washington DC, foi fundada em 24 de abril de 1800 e é uma das maiores bibliotecas do mundo. Conta com mais de 134 milhões de volumes em mais de 460 línguas, entre os quais se destaca uma pequena tábua de pedra do ano 2040 a.C.. Na prática, é a Biblioteca Nacional dos Estados Unidos. A estrutura está organizada em salas de leitura, vinte e nove no total. Uma destas é a Sala Hispânica de Leitura, criada em 1939 e chamada assim em homenagem à influente Hispanic Society of America. A Biblioteca do Congresso é a entidade cultural mais antiga nos Estados Unidos e serve como instituição de pesquisa para o Congresso. Conserva uma coleção universal de 95 milhões de mapas, manuscritos, fotografias, filmes, gravações de áudio, gravuras e desenhos.
Fonte: Site History (adaptado)

HOJE NA HISTÓRIA


Em 1990, o telescópio espacial Hubble é colocado em órbita

Em 24 de abril de 1990, a tripulação do vaivém espacial americano Discovery colocou o telescópio Hubble, um observatório sideral de longo prazo, em órbita à volta da Terra.
O telescópio espacial, concebido nos anos 40, projetado nos 70 e construído nos 80, foi criado para proporcionar aos astrónomos uma visão única do sistema solar, da galáxia e do Universo. Inicialmente, os operadores do Hubble tiveram um contratempo, quando foi descoberto um defeito nas lentes, mas uma missão de reparação em pleno espaço resolveu o problema e, em 1993, o Hubble começou a enviar as suas primeiras imagens.
Livre de interferências atmosféricas, o Hubble tem uma resolução dez vezes maior que os observatórios terrestres. Aproximadamente do tamanho de um autocarro, o telescópio é movido a energia solar. Entre as suas várias conquistas astronómicas, o Hubble foi usado para registrar a colisão de um cometa contra Júpiter, oferecer uma visão da superfície de Plutão, de galáxias distantes, de nuvens de gás e de buracos negros.
 Fonte: Site History (adaptado)

Edwin Powell Hubble (Marshfield20 de novembro de 1889 — San Marino28 de setembro de 1953) foi um astrónomo americano.
É famoso por ter descoberto que as até então chamadas nebulosas eram na verdade galáxias fora da Via Láctea, e que estas se afastam umas das outras a uma velocidade proporcional à distância que as separa.
A partir da relação conhecida entre período e luminosidade das cefeidas, em geral, e do brilho aparente das cefeidas de Andrómeda, em 1923 Hubble pôde calcular a distância entre esta e a Via Láctea, obtendo um valor de quase 1 milhão de anos-luz. Mesmo sendo um valor errado para a distância de Andrómeda, pois atualmente o valor é de um pouco mais de 2 milhões de anos-luz, Hubble mostrou que ela estava bem além dos limites da nossa galáxia, que tem cem mil anos-luz de diâmetro. Assim ficou provado que Andrómeda era uma galáxia independente.
Depois dessas descobertas, passou a pesquisar a estrutura das galáxias e a classificá-las pelo formato, como espirais ou elípticas. Posteriormente começaria a estudar as distâncias a que as galáxias se encontram da Via Láctea e as suas velocidades no espaço. Em 1929 demonstrou que as galáxias se afastam a grande velocidade e que essa velocidade aumenta com a distância. A relação entre a velocidade e a distância da Terra é conhecida como a Lei de Hubble e a razão entre os dois valores é conhecida como Constante de Hubble.
Fonte: Wikipedia (adaptado)

terça-feira, 23 de abril de 2019

HOJE NA HISTÓRIA


Em 1995, é criado o Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) escolheu o dia 23 de abril para celebrar o dia do Livro e do Autor, porque nesse mesmo dia morreram o poeta espanhol Garcilaso de la Vega, o romancista espanhol Miguel de Cervantes e o poeta inglês Shakespeare (estes últimos no mesmo ano, 1616). Existem diferentes formas de celebrar este dia. Um exemplo é na Catalunha, onde se comemora o dia de San Jordi e é costume trocar livros e rosas. Em muitos outros lugares são feitas conferências, colóquios com escritores e realizadas diversas atividades e exposições de livros. Esta importante iniciativa é promovida em 80 países, entre milhões de pessoas, incluindo aqueles que vivem em condições de pobreza e sofrem violência, pretendendo que o livro contribua para a sua liberdade e seja um estímulo para lutar por um mundo melhor.
Fonte: Site History (adaptado)

HOJE NA HISTÓRIA



Em 1858, nasce o criador da teoria da física quântica, Max Planck


No dia 23 de abril de 1858, nascia em Kiel, na Alemanha, Max Planck, fundador da teoria da física quântica. Estudou física na Universidade de Berlim e Munique e concluiu o seu doutoramento em 1879. Planck publicou dois livros resumindo as suas descobertas. De acordo com Planck, a energia não é  emitida em comprimentos de onda,  como se pensava anteriormente. Com o seu trabalho, fundou a disciplina da teoria quântica, que revolucionou a física e preparou o caminho para a teoria da relatividade de Einstein. Pelas suas contribuições, Planck recebeu o Prémio Nobel de Física em 1918. Morreu em Göttingen, na Alemanha, no dia 4 de outubro de 1947.

Fonte: Site History (adaptado)

sexta-feira, 5 de abril de 2019

HOJE NA HISTÓRIA


Em 1588, nasce o filósofo Thomas Hobbes

Thomas Hobbes nasceu em 5 de abril de 1588 e faleceu em 4 de dezembro de 1679. Foi um filósofo inglês, cuja obra "Leviatã" (1651) estabeleceu a fundação da maior parte da filosofia política ocidental. Em relação ao seu nascimento, disse em certa ocasião: "A minha mãe pariu gémeos, o medo e eu", dado que a sua mãe deu à luz de forma prematura, pelo terror que infundia a Armada Invencível espanhola, aproximando-se da costa britânica. Foi considerado ao longo da História do pensamento como uma pessoa obscura. Aliás, em 1666, na Inglaterra, os seus livros foram queimados por ser considerado ateu. Posteriormente, após a sua morte, novamente as suas obras foram queimadas publicamente. Em vida, Hobbes teve dois grandes inimigos, contra os que manteve fortes tensões: a Igreja da Inglaterra e a Universidade de Oxford. A obra de Hobbes, contudo, foi considerada como a linha de rutura com a Idade Média, pois as suas descrições da realidade da época foram impressionantes. 

quarta-feira, 3 de abril de 2019

HOJE NA HISTÓRIA


Em 1973, a primeira ligação pública é feita de um telemóvel

O dia 3 de abril de 1973 ficou marcado por um facto que mudaria a vida de todos nós. Neste dia, Martin Cooper fez algo inédito. Com 44 anos e então gerente do departamento de comunicação da Motorola, ele realizou a primeira ligação de telemóvel. A primeira chamada de uma via pública, pelo menos, de que se tem registo, em direto das fervilhantes avenidas de Nova York.     
O telefone celular já tinha sido testado no laboratório, mas nunca no mundo real. O telefone no carro tinha sido inventado - os rádios móveis, na verdade. Eram equipamentos pesados, que tinham que ser alimentados por uma parafernália que ficava escondida no porta-bagagens. Cooper vislumbrava o dia em que as pessoas falariam ao telefone com total liberdade. Ele imaginava um equipamento portátil, que pudesse ser carregado em qualquer lugar.   
Quando Cooper fez aquela ligação, ele, obviamente, não ligou para outro celular. A sua chamada foi para o telefone fixo do chefe da equipa da concorrência, a Bell Labs, que também desenvolvia um produto semelhante. Imagine como o concorrente se sentiu quando atendeu a ligação de Cooper, escutando o som das ruas da cidade ao fundo.    A chamada não durou muito, pois o aparelho da Motorola era do tamanho de um tijolo e pesava cerca de 1,1 quilo. Seria bastante desconfortável segurar esse peso todo perto da orelha para conversar no meio da rua. O facto é que a Motorola ficou na frente na corrida pelos celulares e as nossas vidas, definitivamente, nunca mais foram as mesmas após aquela ligação. 

Fonte: Site History (adaptado)

terça-feira, 2 de abril de 2019

HOJE NA HISTÓRIA


Em 2005, morre o Papa João Paulo II

No dia 2 de abril de 2005 morria, no Vaticano, o Papa João Paulo II. O seu papado foi um dos mais longos da história, com início em 1978 e final com a sua morte em 2005. João Paulo II morreu aos 85 anos devido a uma septicemia e colapso cardiopulmonar irreversível, agravados pela sua doença de Parkinson. Nascido no dia 18 de maio de 1920, em Wadowice, na Polónia, era um linguista extraordinário: falava português, polaco, esperanto, espanhol, grego, latim, italiano, francês, inglês e alemão. Também tinha conhecimentos de checo, lituano, russo e húngaro, como outras línguas como japonês e idiomas africanos. Foi o primeiro papa a fazer grande uso dos meios de comunicação, em particular a internet. Outra característica era a busca de laços mais estreitos com os líderes de outras religiões, como judeus, muçulmanos, ortodoxos e tibetanos (por meio do Dalai Lama). 

Fonte: Site History (adaptado)

HOJE NA HISTÓRIA


Em 1953, James Watson e Francis Crick anunciam a descoberta do DNA

O ácido desoxirribonucleico, frequentemente abreviado como DNA, constitui o principal componente do material genético da imensa maioria dos organismos, sendo o elemento químico primário dos cromossomas e o material com o que os genes estão codificados. Cada molécula de DNA é constituída por duas cadeias ou fitas formadas por um elevado número de compostos químicos chamados nucleotídeos. Estas cadeias formam uma espécie de escada retorcida que se chama dupla hélice e cujo modelo foi proposto em 2 de abril de 1953 por James Watson e Francis Crick (o artigo Molecular Structure of Nucleic Acids: A Structure for Deoxyribose Nucleic Acid foi publicado no dia 25 de abril de 1953). O sucesso deste modelo radicava na sua consistência com as propriedades físicas e químicas do DNA, mostrando ainda como a complementaridade de bases podia ser importante na sua replicação, e também a importância da sequência de bases, como uma forma de informação genética. 

Fonte: Site History (adaptado)

segunda-feira, 1 de abril de 2019

HOJE NA HISTÓRIA


A popularização do Dia da Mentira

No dia 1 de abril de 1700, ingleses brincalhões começaram a popularizar a tradição anual do Dia da Mentira, pregando partidas uns aos outros. Apesar de o dia, chamado de “April Fool’s Day” em inglês, ser celebrado por séculos em diferentes culturas, as suas origens exatas permanecem um mistério. Alguns historiadores acreditam que o Dia da Mentira remonta a 1582, quando a França mudou do calendário juliano para o gregoriano, como solicitado pelo Conselho de Trento, em 1563. Pessoas que demoravam a receber as notícias ou a entender que o início do ano tinha passado para janeiro e continuavam a comemorá-lo na viragem da última semana de março para primeiro de abril tornaram-se alvos de trotes e brincadeiras. Eram colocados peixes de papel nas suas costas e elas eram chamadas de “poisson d’avril” (peixe de abril), que simbolizava um animal aquático facilmente capturado, ou seja, uma pessoa ingénua. Historiadores também relacionam o Dia da Mentira com festivais antigos como o Hilaria, que era celebrado em Roma no final de março e no qual as pessoas usavam fantasias. Existe também uma hipótese de que o Dia da Mentira estivesse ligado ao equinócio da primavera ou ao primeiro dia dessa estação no hemisfério norte, quando a mãe natureza engana as pessoas com um tempo mutável e imprevisível. O Dia da Mentira espalhou-se pela Grã Bretanha no século XVIII. Na Escócia, a tradição tornou-se um evento de dois dias, começando com o “hunting the gowk”, no qual as pessoas eram enviadas em falsas missões (“gowk” é uma palavra regional para o pássaro cuco, um símbolo da pessoa estúpida), e seguido pelo “Tailie Day”.
Nos tempos modernos, as pessoas têm feito grandes esforços para elaborar as partidas do Dia da Mentira. Jornais, estações de rádio, canais de TV e sites na web têm participado da tradição do 1º de abril, noticiando factos ficcionais e escandalosos e enganando a sua audiência. Em 1957, a BBC informou que os fazendeiros suíços estavam a ter uma safra recorde de espaguete e mostrou imagens de agricultores colhendo macarrões de árvores – vários espetadores foram iludidos. 

Fonte: Site History (adaptado)