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Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2012

CARNAVAL - ORIGEM E EVOLUÇÃO

Carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam os seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica em 590 d.C.. É um período de festas regidas pelo ano lunar no cristianismo da Idade Média. O período do carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou do latim "carne vale" dando origem ao termo "carnaval". Durante o período do carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleães, Toronto e Rio de Janeiro inspiraram-se no carnaval parisiense para implantar as suas festas carnavalescas. Já o Rio de Janeiro criou e exportou o estilo de fazer carnaval com desfiles de escolas de samba para outras cidades do mundo, como São Paulo, Tóquio e Helsínquia…
História e origem
A festa carnavalesca surgiu a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta-feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma. A palavra "carnaval" está, desse modo, relacionada com a ideia de deleite dos prazeres da carne marcado pela expressão "carnis valles", que, acabou por formar a palavra "carnaval", sendo que "carnis" em latim significa carne e "valles" significa prazer. Em geral, o carnaval tem a duração de três dias, os dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas. Em contraste com a Quaresma, tempo de penitência e privação, estes dias são chamados "gordos", em especial a terça-feira (Terça-feira gorda, também conhecida pelo nome francês Mardi Gras). O termo mardi gras é sinónimo de Carnaval.
O carnaval da Antiguidade era marcado por grandes festas, onde se comia, bebia e participava de alegres celebrações e busca incessante dos prazeres. O Carnaval prolongava-se por sete dias na rua, praças e casas da Antiga Roma, de 17 a 23 de dezembro. Todas as atividades e negócios eram suspensos neste período, os escravos ganhavam liberdade temporária para fazer o que em quisessem e as restrições morais eram relaxadas. As pessoas trocavam presentes, um rei era eleito por brincadeira e comandava o cortejo pelas ruas (Saturnalicius princeps) e as tradicionais fitas de lã que amarravam aos pés da estátua do deus Saturno eram retiradas, como se a cidade o convidasse para participar da folia. No período do Renascimento as festas que aconteciam nos dias de carnaval incorporaram os bailes de máscaras, com as suas ricas fantasias e os carros alegóricos. Ao carácter de festa popular e desorganizada juntaram-se outros tipos de comemoração e progressivamente a festa foi tomando o formato atual.
in Wikipédia Livre (adaptado)
                          in Wikipédia Livre (adapatado)

FRASE DO DIA

"Um braço vigoroso não é mais aguerrido contra a lança do que um braço frágil; são o carácter e a coragem que fazem o guerreiro."

Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2012

FRASE DO DIA

"A nossa inveja dura sempre mais tempo que a felicidade daqueles que invejamos."

Portuguesa criou meio de auxílio ao diagnóstico premiado

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=2300308&seccao=Sa%FAde

Portugueses acham ser vivo mais antigo à face da Terra

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=2303457

UM CONTO DAS ARÁBIAS

Leïla
Leïla tem dez anos. Nasceu no grande deserto, onde os Beduínos viajam em camelos, no infinito das dunas movediças. Leïla é viva e veloz como um pássaro. Na tribo, chamam-lhe Leïla a indomável. O pai, o xeque Tarik, é justo. Por isso é respeitado em todos os acampamentos do deserto. Mas Tarik não sabe como acalmar a natureza selvagem da filha.
Leïla tem seis irmãos. Slimane é o mais velho. É o filho preferido do xeque Tarik. Só ele sabe como acalmar Leïla quando ela se irrita, quando se exalta. Só ele a faz rir quando está sombria e triste. E todos os dias Leïla acompanha Slimane através do oásis.
Certa manhã, quando as últimas estrelas se extinguem, Slimane deixa o acampamento. Monta o cavalo do pai e atravessa o deserto, procurando novas pastagens. Lá do alto de uma duna, Leïla e o pai acenam a Slimane que se afasta. Mas os dias passam e Slimane não regressa.
Tarik parte à procura do filho. Avança de duna em duna, de oásis em oásis. Leïla acompanha-o. Os pastores dizem-lhes que viram o cavalo branco, no horizonte, mas que este não levava cavaleiro algum.Os mercadores, com os seus camelos carregados de mercadoria, falam dos grandes espaços que atravessaram. Dizem a Tarik:
— Só Alá sabe onde se encontra o teu filho.
Então, Tarik compreende que o filho foi engolido pelas areias, como já acontecera a tantos Beduínos. E diz a Leïla que não voltará a ver Slimane. Leïla chora e grita. Ninguém pode levar-lhe o irmão, nem mesmo Alá!
Por fim, Tarik consegue acalmá-la. Regressam, vagarosamente, ao acampamento. Tarik fica em silêncio. Durante vários dias, permanece sentado na entrada da tenda, não tocando sequer nas deliciosas refeições que lhe oferecem os seus servidores. Leïla vagueia pelo oásis, como cega. Ao fim de sete dias, Tarik sai da tenda. Junta o seu povo e diz-lhe:
— A partir de hoje, qualquer um de vós que pronuncie o nome de Slimane será severamente punido. Quero esquecer!
O seu olhar é duro e frio. Todos os Beduínos baixam a cabeça. Sentem-se mal, mas ninguém ousa falar. Leïla também ouve a decisão do pai. Mas, apesar disso, todos os dias, sempre algo lhe fala de Slimane. Quando vê as crianças a brincar, lembra-se dos jogos que Slimane lhe ensinava. Quando passa pelas mulheres, recorda as histórias que lhes contava Slimane. Ao encontrar os pastores a guardar os rebanhos, pensa no pequeno cabritinho negro que o irmão adorava. A cada recordação Leïla quer gritar o nome de Slimane. Mas cala-se. E cada vez se torna mais selvagem e mais violenta. Os Beduínos afastam-se quando ela passa. Leïla sente-se mais só do que nunca.
Um dia, Leïla vê os irmãos fazerem um jogo que Slimane lhes ensinara. Então, sem pensar, diz-lhes:
— Slimane não jogava assim.
Os irmãos detêm-se de imediato, olhando-a com ar assustado. Ela tinha quebrado o silêncio.
Leïla vai visitar as mulheres à tenda e começa a contar-lhes uma história — uma daquelas que Slimane lhes contava. A mãe de Leïla protesta, angustiada:
— Pára, Leïla, se o teu pai ouve...
Pouco a pouco, as mulheres foram-se calando para ouvir, a sorrir e com um ar sonhador, a história de Leïla. Mas esta apercebe-se do ar inquieto da mãe. Queria fazer-lhe compreender... Mas só consegue gritar:
— Tenho de falar dele, tenho mesmo!
E sai a correr.
Leïla vai juntar-se aos pastores da montanha que, ao ouvirem o nome interdito, fogem. Mas Leïla vai atrás deles.
Fala-lhes do amor que o irmão sentia pelo pequeno cabrito negro. Pouco a pouco, os pastores aproximam-se dela. Quanto mais Leïla fala de Slimane, mais ele lhe parece próximo e presente. Agora sente-se em paz. Em breve todos a ouvem, a sorrir. É como se Slimane vivesse de novo entre eles.
Certa noite, um dos pastores mais jovens aproxima-se da tenda de Leïla. Chama-a:
— Anda, vem ver como o cabrito de Slimane cresceu.
Abre-se o pano da tenda e é Tarik que aparece. O seu olhar é mais gelado do que a aurora do deserto. As suas palavras ferem como o sabre mais cruel.
— Pastor, proibi que pronunciassem o nome do meu filho. Mas tu desobedeceste. Expulso-te deste oásis. Não voltes mais.
O pastor afasta-se, chorando. Os Beduínos baixam os olhos em silêncio. Estão infelizes. Têm medo. Afastam-se de Leïla, deitando-lhe um olhar de reprovação. Leïla quer gritar: “Slimane!”, mas guarda para si as palavras que lhe afloram aos lábios. Sente que a raiva aumenta. Sufoca. A sua paz é destruída. Parece que Slimane se afasta uma vez mais.
Na manhã seguinte, muito cedo, Leïla decide falar com o pai. Tarik está sentado na tenda, pensativo. Leïla aparece bruscamente à sua frente. Fala em voz baixa e reprimida:
— O pai não irá roubar-me o meu irmão. Não deixarei que o faça…
Tarik lança-lhe um olhar ameaçador mas Leila não lhe dá tempo para falar. Continua:
— Consegue ver o rosto de Slimane? Ouve a sua voz?
Tarik fica petrificado de espanto. Diz a tremer:
— Não, não consigo. Apesar disso, fico horas e horas no deserto.
Os olhos de Tarik enchem-se de lágrimas. Leïla diz-lhe docemente:
— Sei de uma maneira, pai, ora ouça...
Então Leïla começa a falar de Slimane. Como ele passeava com ela e o que dizia; como brincava e o que contava. Como a acalmava ou a fazia rir quando ela se irritava. Fala-lhe de alegria, de ternura e de vida... Quando acaba, diz:
— Pai, já consegue ver-lhe o rosto? Ouve agora a sua voz?
Tarik baixa a cabeça e, pela primeira vez desde há algum tempo, sorri.
— Está a ver — murmura Leïla — Slimane pode ainda viver entre nós.
Por algum tempo Tarik fica sonhador. Depois, volta-se para Leïla:
— Diz ao meu povo que venha juntar-se aqui.
Quando os Beduínos se reúnem em volta de Tarik, este declara:
— A minha filha Leïla soube trazer-me de volta o meu filho Slimane. Por isso, daqui em diante, chamar-lhe-eis Leïla – a mais sábia. Quero que o seu nome e o de Slimane sejam honrados em todos os acampamentos do deserto.
Dias mais tarde, o jovem pastor expulso regressou ao oásis.
E Slimane viveu de novo no coração de todos aqueles que dele se recordavam.
Sue Alexandre
Leïla
Porto, Ed. Edinter,1989
(Adaptação)

Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012

FRASE DO DIA

"O homem ama a companhia, mesmo que seja apenas a de uma vela que queima."

1º PRÉMIO- CONCURSO "O PAI NATAL NA MINHA TERRA DE SONHOS"

O PAI NATAL NA MINHA TERRA DE SONHOS
Com o Pai Natal na minha terra de sonhos
Dá para cozinhar mil sonhos.
Cedo acordo
Ouço o sino a tocar
E levanto-me alegre, aos saltinhos
Devagar,
Para ninguém acordar
E vou, contente, ver os meus presentinhos.
Beatriz Soares, 6ºB

1º PRÉMIO- CONCURSO "O PAI NATAL NA MINHA TERRA DE SONHOS"


O PAI NATAL NA MINHA TERRA DE SONHOS
Com o Pai Natal na minha terra de sonhos

Dá para cozinhar mil sonhos.                                     

Cedo acordo

Ouço o sino a tocar

E levanto-me alegre, aos saltinhos

Devagar,

Para ninguém acordar

E vou, contente, ver os meus presentinhos.

Beatriz Soares, 6º B

14 DE FEVEREIRO - DIA DE S. VALENTIM

DIA DE S. VALENTIM
O Dia dos Namorados ou Dia de São Valentim é uma data especial e comemorativa na qual se celebra a união amorosa entre casais sendo comum a troca de cartões e presentes com simbolismo de mesmo intuito, tais como as tradicionais caixas de bombons. A história do Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia de jejum tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado.
O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.
Além de continuar a celebrar casamentos, ele casou-se secretamente, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens enviavam-lhe flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele apaixonou-se pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes da execução, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.
Considerado mártir pela Igreja Católica, a data de sua morte - 14 de fevereiro - também marca a véspera de lupercais, festas anuais celebradas na Roma antiga em honra de Juno (deusa da mulher e do matrimónio) e de Pan (deus da natureza). Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade.
Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o The Valentine's Day. E na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta do(a) amado(a). As histórias mais comoventes foram as de Carolina e Tomás e de Bárbara e Miguel, que acabaram por ficar juntos dias após o dia dos namorados. A felicidade é algo que predomina nesta data. O dia de São Valentim era até há algumas décadas uma festa o hábito estendeu-se a muitos outros países. Atualmente, o dia é principalmente comemorada principalmente em países anglo-saxónicos, mas ao longo do século XX associado à troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas. Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa.

In wikipédia livre (adaptado)