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segunda-feira, 12 de novembro de 2018

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

FELIZ ANIVERSÁRIO!

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Albert Camus (Mondovi7 de novembro de 1913 — Villeblevin4 de janeiro de 1960) foi um filósofo, romancista, dramaturgo, jornalista e ensaísta francês, nascido na Argélia. Trabalhou também como jornalista militante envolvido na Resistência Francesa, situando-se próximo das correntes libertárias durante as batalhas morais no período pós-guerra. O seu trabalho profícuo inclui peças de teatro, romances, notícias, filmes, poemas e ensaios, onde desenvolveu um humanismo baseado na consciência do absurdo da condição humana e na revolta como uma resposta a esse absurdo. Para Camus, essa revolta leva à ação e fornece sentido ao mundo e à existência. Daqui "Nasce então a estranha alegria que nos ajuda a viver e a morrer". Recebeu o Prémio Nobel da Literatura em 1957.
A curta carreira de Camus como jornalista do Combat foi ousada. Agindo como jornalista, tomou posições incisivas em relação à Guerra de Independência Argelina e ao Partido Comunista Francês. Ao longo da sua carreira, Camus envolveu-se em diversas causas sociais, protestando veementemente contra as desigualdades que atingiam os muçulmanos no Norte de África, defendendo os exilados espanhóis antifascistas e as vítimas do estalinismo. Foi ainda um entusiástico defensor da objeção de consciência.
À margem de outras correntes filosóficas, Camus foi sobretudo uma testemunha do seu tempo. Intransigente, recusou qualquer filiação ideológica. Lutou energicamente contra todas as ideologias e abstrações que deturpavam a natureza humana. Incorporou uma das mais elevadas consciências morais do século XX. O humanismo dos seus escritos foi fundamentado na experiência de alguns dos piores momentos da História. A sua crítica ao totalitarismo soviético trouxe-lhe diversas retaliações e culminou na desavença intelectual com seu antigo colega Jean-Paul Sartre.

HOJE NA HISTÓRIA

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Realizado o primeiro voo comercial do mundo, em 1910.

O primeiro voo de comercial do mundo realizado por um avião ocorreu num dia como este, no ano de 1910. Uma carga de seda foi levada pelo piloto Phil O. Parmalee, que conduziu o seu Wright Modelo B de Dayton a Columbus, Ohio. A viagem durou uma hora e percorreu a distância de 100 quilómetros, tendo o avião atingido a velocidade de 97 km/h, um recorde para a época.
Dois anos antes, em 1908, os irmãos norte-americanos Orville e Wilbur Wright patentearam um aeroplano mais pesado do que o ar, capaz de executar um voo prolongado e repetido. Por causa disso, eles ficaram conhecidos como os pioneiros da história da aviação, um "título" histórico que gera muitas controvérsias. O modelo patenteado foi pilotado por importantes figuras, como o empresário russo Charles De Lambert, que, em 1909, voou 116 quilómetros em menos de duas horas.
A contribuição mais importante dos irmãos para a aviação foi um voo para determinar o movimento das aeronaves em torno do eixo longitudinal. Na época, os projetos dos aviões não tinham em conta a necessidade de inclinar as asas para mudar a direção da aeronave.
Fonte: Site History (adaptado)

AS PIORES CRIANÇAS DO MUNDO 2, NA NOSSA BIBLIOTECA


Wook.pt - As piores crianças do mundo 2


SINOPSE
Estás farto de criancinhas bonitinhas e comportadinhas?
Queres conhecer as piores crianças do mundo inteiro?
São dez novas histórias sobre meninas e meninos do pior.

Atreve-te, se fores capaz...

(Retirada do site wook)

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Imagens que ficam

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Anita Malfatti (1889-1964) Veneza (Canaleto), 1924

No dia 6 de novembro de 1964, o Brasil perdia Anita Catarina Malfatti, pintora, desenhadora e professora. Nascida a 2 de dezembro de 1889, em São Paulo, ela tinha uma atrofia no braço e na mão direita. Apesar de ter feito um tratamento na Itália, aos três anos de idade, para tentar recuperar os movimentos, os resultados não foram muito animadores. A solução foi desenvolver os movimentos da mão esquerda. Mais tarde, determinada a trabalhar como pintora, foi ajudada pelo padrinho, o engenheiro Jorge Krug, que financiou os seus estudos na Alemanha. Em Berlim, em 1910, a arte alemã passava pelo modernismo, com exposições expressionistas, e Anita entrou em contacto com a vanguarda europeia. Por causa da proximidade da Guerra, resolveu regressar ao Brasil. Então com 24 anos, em São Paulo, Anita mostrava as suas obras pouco académicas e, por isso, era incompreendida. Foi mais uma vez ao exterior, novamente financiada pelo seu tio Jorge Krug. Desta vez, viajou para os Estados Unidos, onde estudou na Tradicional Art Student's League, em Nova Iorque. Anita, contudo, desistiu dos estudos após três meses, pois considerou a instituição muito conservadora. Em 1916, Anita regressou ao Brasil e, ao mostrar os seus quadros à família, as reações não foram nada boas. Eles consideraram a sua pintura grotesca e ficaram desapontados com a pintora, incluindo o seu tio Jorge Krug. Sem perder a convicção, Anita montou uma exposição que vendeu oito quadros. Contudo, uma forte crítica de Monteiro Lobato sobre a sua pintura, publicada no jornal O Estado de São Paulo, abalou a pintora. Os seus quadros, vendidos no primeiro dia, foram devolvidos e outros quase destruídos. Todos os críticos estavam contra Anita. A única voz que se levantou a seu favor foi a do poeta Oswald de Andrade. A sua consagração viria com a Semana da Arte Moderna, em 1922, que agitou São Paulo. Após a exposição, recebeu uma bolsa e foi para Paris, onde viveria o seu mais longo período fora do Brasil. Na Europa, algumas obras ganharam destaque internacional, como Interior de Mónaco, A dama de azul, Interior de igreja e A mulher do Pará. No final de setembro de 1928, regressou ao Brasil e encontrou um cenário artístico bem diferente de quando deixara o país, cinco anos antes. O grupo inicial de modernistas havia evoluído muito, com novos adeptos e novos movimentos. No ano seguinte, promoveu a sua quarta mostra individual e depois, até 1932, dedicou-se ao ensino escolar. No início dos anos 40, depois da morte de Mário de Andrade, seu grande amigo, e da mãe, Dona Betty, finalmente encontrou a sua paz artística e passou a viver recolhida na sua chácara em Diadema. Na sua fase final, no seu período de reclusão, afirmou que estava a pintar à vontade e que fazia "arte popular brasileira". Anita morreu na cidade de São Paulo, aos 75 anos.

Fonte: Site History (adaptado)
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AS INSCRIÇÕES NO "MIÚDOS A VOTOS" SÃO ATÉ AO DIA 7 DE NOVEMBRO

HOJE NA HISTÓRIA

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Em 1913, Gandhi é preso ao liderar protesto de mineiros na África do Sul

Mahatma Gandhi era preso num dia como este, no ano de 1913, por liderar um protesto de mineiros indianos na África do Sul, com mais de duas mil pessoas. Gandhi foi solto após pagar fiança. Depois disso, contudo, uma série de entradas e saídas da prisão teve início na vida de Gandhi, até que ele foi condenado a trabalhos forçados durante três meses. As greves dos trabalhadores, no entanto, tiveram continuidade e envolveram cerca de 50 mil pessoas.
Gandhi, aos poucos, foi ganhando notoriedade pelas suas posições, como a política de desobediência civil sem uso da violência e o jejum como forma de protesto. Durante toda a  sua vida, lutou contra a discriminação racial e participou no movimento pela independência da Índia. Uma das suas estratégias era o boicote aos produtos importados, como os tecidos ingleses. Morreu no dia 30 de janeiro de 1948, aos 79 anos, vítima de um atentado a tiro perpetrado por um hindu radical, em Nova Déli. O seu primeiro nome, Mahatma, em sânscrito, significa "grande alma".
Fonte: Site History (adaptado)

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

HOJE NA HISTÓRIA

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Em 1755, nascia a rainha Maria Antonieta, um ícone do absolutismo francês

Uma das figuras mais emblemáticas do final da monarquia francesa, a rainha Maria Antonieta nasceu num dia como este, em 1755, em Viena, na Áustria. Filha do Sacro Imperador Francisco I, casou-se com Luís XVI em 1770, aos 14 anos, para fortalecer a aliança franco-austríaca. Num momento de crise económica na França, viveu de maneira extravagante e incentivou o marido a resistir à reforma da monarquia.
Uma história popular conta que ela teria recebido a notícia de que os camponeses franceses não tinham pão para comer e, insensivelmente, teria respondido, "se não têm pão, que comam brioches". Contudo, esta frase, provavelmente, não foi dita por ela e teria sido atribuída à rainha pelos revolucionários da época, que a viam como símbolo da resistência e arrogância dos monarcas absolutistas franceses. Acredita-se que a frase tenha sido extraída do livro Confissões, de Jean-Jacques Rousseau, em que uma princesa proferiu esta frase quando viu o povo faminto.
Com a Revolução Francesa em andamento e a ameça à monarquia, ela e o rei tentaram fugir para a Áustria em 1791, mas foram capturados pelas forças revolucionárias e levados de volta para Paris. Em 1792, a monarquia francesa foi abolida, e Luís XVI e Maria Antonieta foram julgados traidores e condenados à guilhotina. Nove meses após a execução do seu marido, Maria Antonieta fez o mesmo caminho e morreu no dia 16 de outubro de 1793.

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

HOJE NA HISTÓRIA

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Dia dos 7 Mil Milhões: Mundo atinge população estimada de 7 mil milhões de pessoas em 2011

O Dia dos Sete Mil Milhões foi oficialmente confirmado no dia 31 de outubro de 2011 pelo Fundo de População das Nações Unidas, como a data aproximada em que a população mundial atingiu esse incrível número.

O Secretário Geral das Nações Unidas da altura, Ban Ki-moon, falou sobre este marco da humanidade no edifício das Nações Unidas, em Nova York. O seu discurso afirmou que o aumento populacional na Terra obriga à promoção do novo programa da entidade, chamado 7 mil milhões de Ações, que procurará "construir uma consciência global em torno das oportunidades e desafios associados a um mundo de sete mil milhões de pessoas."

Anteriormente, outros marcos populacionais da humanidade haviam ocorrido em 11 de julho de 1987 - quando a humanidade atingiu cinco mil milhões de pessoas - e em 12 de outubro de 1999 - quando atingimos os 6 mil milhões de indivíduos.
Fonte: Site History (adaptado)

HOJE COMEMORAMOS O DIA DAS BRUXAS NA BIBLIOTECA


terça-feira, 30 de outubro de 2018

FELIZ ANIVERSÁRIO!

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Fiódor Mikhailovitch Dostoiévski (Moscovo, 30 de outubro de 1821 - São Petersburgo, 28 de janeiro de 1881) foi um escritorfilósofo e jornalista do Império Russo. É considerado um dos maiores romancistas e pensadores da história, bem como um dos maiores "psicólogos" que já existiram (na acepção mais ampla do termo, como investigadores da psique).
Após o fim da sua formação académica como engenheiro, Dostoiévski trabalhou integralmente como escritor, produzindo romancesnovelascontosmemóriasescritos jornalísticos e escritos críticos. Além disso, atuou como editor em revistas próprias, como preceptor e participou em atividades políticas. As suas obras mais importantes foram as literárias, onde abordou, entre outros temas, o significado do sofrimento e da culpa, o livre-arbítrio, o cristianismo, o racionalismo, o niilismo, a pobreza, a violência, o assassinato, o altruísmo, além de analisar transtornos mentais, muitas vezes ligados à humilhação, ao isolamento, ao sadismo, ao masoquismo e ao suicídio. Pelo retrato filosófico e psicológico profundo e atemporal dessas questões, os seus escritos são habitualmente chamados romances filosóficos e romances psicológicos.
Dostoiévski conseguiu atingir um certo sucesso logo com o seu primeiro romance, Gente Pobre, o qual foi imediatamente elogiado e protegido pelo mais importante crítico literário russo da primeira metade do século XIX, Vissarion Belinski. Já o seu segundo romance, O Duplo - obra hoje muita famosa, tendo sido reinterpretada literária e cinematograficamente -, recebeu críticas muito negativas, inclusive do seu antigo protetor, críticas que acabaram por destruir o reconhecimento que Dostoiévski começava a adquirir como escritor. Apenas após o seu retorno da prisão na Sibéria - Dostoiévski foi preso por atentar contra o Czar -, repetiria o escritor o seu sucesso inicial com a semi-biográfica obra Recordações da Casa dos Mortos, a qual trata dos anos que passou na prisão. Mais tarde a sua fama aumentaria drasticamente graças a obras como Crime e CastigoO Idiota e Os Demónios. Foi entretanto já próximo da morte que Dostoiévski se consolidou como um dos maiores escritores de todos os tempos com sua obra-prima, Os Irmãos Karamazov.
A influência de Dostoiévski é ímpar: ele influenciou diretamente a Literatura, a Filosofia, a Psicologia e a Teologia. Sob a sua influência direta foram produzidas várias obras literárias e cinematográficas. Foi também reconhecido como precursor dos seguintes movimentos: psicanáliseexpressionismosurrealismoteologia da crise e existencialismo. O reconhecimento popular também é imenso: é mundialmente conhecido, possui diversas estátuas, selos e moedas em sua homenagem e até hoje celebra-se em São Petesburgo o "Dia Dostoiévski".
Fonte: Wikipedia (adaptado)

HOJE NA HISTÓRIA

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Em 1988, Ayrton Senna é campeão mundial de Fórmula 1 pela primeira vez

No dia 30 de outubro de 1988, o piloto Ayrton Senna dava início a uma série de vitórias para o automobilismo brasileiro. Após vencer o circuito de Suzuka, no Japão, ele garantia, antecipadamente, o seu primeiro título mundial de Fórmula 1. A vitória no GP aconteceu depois de uma sensacional recuperação. Com problemas na partida, Senna perdeu 15 posições. Na 28ª volta, ultrapassou o rival Alain Prost e assumiu a liderança até ao final da corrida. "Quanto mais difícil, melhor, mas não achei que tinha que passar por este sofrimento todo. Só Deus sabia que seria tão duro, mas agora que acabou acho que foi melhor assim. Foi a corrida da minha vida, uma coisa tremenda", declarou o piloto. Senna encerrava o ano batendo recordes. Foram 12 poles, oito vitórias e 88 pontos.
Fonte: Site History (adaptado)
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Ayrton Senna da Silva (São Paulo21 de março de 1960 — Bolonha1 de maio de 1994) foi um piloto brasileiro de Fórmula 1, três vezes campeão mundial, nos anos de 19881990 e 1991. Foi também vice-campeão no controverso campeonato de 1989 e em 1993. A sua morte, num trágico acidente de corrida em 1994, assim como o funeral e velório, provocaram uma das maiores comoções da história do Brasil, bem como repercussão mundial. É considerado em pesquisas feitas por jornalistas especializados, pilotos e torcedores como o melhor piloto da história da Fórmula 1 de todos os tempos. Em 2012,foi eleito pela rede BBC como o melhor piloto de todos os tempos. Em 1999,foi eleito, pela revista Isto É, o desportista do século XX no Brasil. Também é considerado um dos maiores desportistas do mundo no século XX. No auge de sua carreira, era considerado, segundo pesquisas, como o maior ídolo do Brasil. 
Senna começou a sua carreira competindo em Kart, em 1973. Iniciou a sua carreira em "carros de fórmula" em 1981, ano em que se sagrou campeão de Fórmula Ford 1600 e 2000. Em 1983, alcançou o título de campeão do Campeonato Britânico de Fórmula 3, batendo vários recordes.  O seu desempenho na Fórmula 3 impulsionou a sua ascensão à Fórmula 1, fazendo a sua primeira aparição na categoria no Grande Prémio do Brasil de 1984, pela equipa Toleman-Hart. Na sua primeira temporada, Senna conseguiu pontuar em 5 corridas, fechando o ano com treze pontos e a 9ª posição na classificação geral dos pilotos. No ano seguinte, trocou a Toleman-Hart pela Lotus-Renault, equipa pela qual venceu seis Grandes Prémios ao longo de três temporadas.
Em 1988, juntou-se ao francês Alain Prost (que seria o seu maior rival na sua carreira) na McLaren-Honda e viveu anos vitoriosos. Os dois juntos venceram 15 dos 16 grandes prémios daquela temporada e Senna sagrou-se campeão mundial pela primeira vez. Prost levou o campeonato de 1989 e Senna retomou o título em 1990 – ambos os títulos foram decididos por colisões entre os pilotos no Grande Prémio do Japão. Na temporada seguinte, Senna conquistou o seu terceiro título mundial, tornando-se o piloto mais jovem a conquistar um tricampeonato na Fórmula 1 até então. A partir de 1992, a equipa Williams-Renault dominou amplamente a competição. Ainda assim, Ayrton Senna conseguiu terminar a temporada de 1993 como vice-campeão, vencendo cinco corridas. Negociou uma transferência para a Williams em 1994. Na sua carreira disputou 229 corridas - excepto as de kart - conseguindo 90 vitórias, 139 pódios, 97 pole positions e 66 voltas mais rápidas. Na Fórmula 1 foram 161 GP, com 41 vitórias, 80 pódios, 65 pole positions e 19 voltas mais rápidas.
A sua reputação de piloto veloz ficou marcada pelo recorde de pole positions que deteve, sendo apelidado de o "rei das pole-positions". Sobre asfalto chuvoso, demonstrava grande capacidade e perícia, como demonstrado nos GP do Mónaco 1984, de Portugal 1985 e da Europa em 1993, entre outros. Senna, até ao fim de sua carreira, deteve o recorde de maior número de vitórias no prestigioso Grande Prémio do Mónaco - foram seis ao todo - sendo que em 1992 ganhou o Troféu Graham Hill por ter conquistado a sua quinta vitória em Monte Carlo.
Fonte: Wikipedia (adaptado)

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

HOJE NA HISTÓRIA

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Em 1929, a quebra da bolsa de valores leva os EUA para "Grande Depressão"

O pânico foi definitivamente instaurado em Wall Street, nos Estados Unidos, num dia como este, no ano de 1929, na chamada "Terça-Feira Negra". Num único dia, biliões de dólares foram perdidos, levando à falência milhares de investidores e derrubando cotações de ações. Este dia também foi marcado pelo grande número de suicídios de quem perdeu tudo num único dia. No rescaldo da Terça-Feira Negra, os EUA e outros países industrializados eram conduzidos à "Grande Depressão".
Durante os anos 1920, o mercado de ações dos EUA sofreu uma rápida expansão, atingindo o seu pico em agosto de 1929, um período de especulação selvagem. Até então, a produção já havia caído e o desemprego estava em alta, o que provocou um stock de mercadorias em excesso, que não correspondiam ao seu valor real. Entre outras causas do colapso do mercado estavam os baixos salários, o endividamento das pessoas, a fraca agricultura e um excesso de grandes empréstimos bancários que não poderiam ser liquidados.
Após 29 de outubro de 1929, os preços das ações desabaram. Em 1932, as ações valiam apenas cerca de 20% do seu valor em relação a agosto de 1929. O crash da bolsa em Nova York, em 1929, não foi a única causa da Grande Depressão, foi apenas um sintoma do colapso económico global que estava para vir. Em 1933, quase metade dos bancos dos EUA tinham falido e a taxa de desemprego atingia os 30%. Os EUA só superariam a crise uma década depois. A produção em massa de armamentos durante a Segunda Guerra Mundial e o fornecimento de outros produtos devido ao conflito ajudaram o país a erguer-se novamente.
Fonte: Site History (adaptado)